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'Por que exige tanta censura no Brasil', pergunta Musk a Alexandre de Moraes

Dono da rede social X usou a plataforma para falar sobre a liberdade de expressão no Brasil

Brasília|Hellen Leite, do R7, em Brasília


Alexandre de Moraes e Elon Musk
Alexandre de Moraes e Elon Musk Marcelo Camargo/Agência Brasil, Ministério das Comunicações/Divulgação

O empresário Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), usou a rede social neste sábado (6) para perguntar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o motivo de "tanta censura no Brasil". O questionamento surgiu de uma postagem feita por Moraes em 11 de janeiro, na qual ele parabeniza o ex-ministro da Corte Ricardo Lewandowski por sua nomeação como ministro da Justiça.

Até a última atualização desta reportagem, o post de Moraes contava com 1 milhão de visualizações, enquanto o de Elon Musk já tinha alcançado 2,6 milhões de visualizações.

O comentário do empresário foi apoiado por uma série de manifestações de parlamentares e personalidades ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) citou o caso do ex-deputado Daniel Silveira, preso por ameaças ao STF e apologia ao Ato Institucional nº 5 (AI-5), principal instrumento de repressão da ditadura civil-militar no Brasil. Silveira teve as redes sociais bloqueadas por decisão do ministro Alexandre de Moraes.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) agradeceu Musk e disse ser uma das pessoas "monitoradas e censuradas" por Alexandre de Moraes. O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) respondeu que "os direitos humanos estão sendo violados no Brasil" e que Musk é uma "esperança para impedir que o país se torne uma ditadura completa".

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Elon Musk é o segundo homem mais rico do mundo, segundo a Forbes. Além de ser dono do X, ele também é dono da montadora de carros elétricos Tesla e da empresa espacial SpaceX. 

Em 2022, ele esteve no Brasil para um encontro com o então presidente Jair Bolsonaro (PL). Na época, ele fechou negócios com o governo brasileiro para viabilizar a conexão de escolas brasileiras usando o sistema de satélites de internet e fazer o monitoramento ambiental da Amazônia.

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