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'Presidente está bem e forte para liderar a nação', diz Queiroga 

Ministro da Saúde comentou internação do presidente Bolsonaro nesta segunda-feira (3) por suspeita de obstrução intestinal

Brasília|Jéssica Moura e Hellen Leite, do R7, em Brasília


Coletiva de imprensa no Ministério da Saúde
Coletiva de imprensa no Ministério da Saúde

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou o estado de saúde do presidente Jair Bolsonaro após o chefe do Executivo ser internado com quadro de suboclusão intestinal, nesta segunda-feira (3). "Ele teve dores abdominais por conta do atentado contra a vida dele que ainda hoje gera consequências", disse. "O presidente está bem e está forte para liderar esta grande nação com seus ministros, que são leais à agenda do governo", completou.

O comentário foi feito durante coletiva de imprensa no Ministério da Saúde, nesta segunda, em evento em que o ministro recepcionou médicos que vão reforçar o atendimento à população nas áreas afetadas pelas fortes chuvas no estado da Bahia.

Jair Bolsonaro estava passando as festas de fim de ano em Santa Catarina, mas foi levado ao hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após sentir um "desconforto abdominal" durante a madrugada. 

À Record TV, o médico Antônio Luiz Macedo, que operou o presidente após o atentado com faca sofrido por Bolsonaro durante a campanha eleitoral em 2018, em Juiz de Fora (MG), disse que deve ir a São Paulo ainda nesta segunda-feira para examinar o presidente.

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Em nota, a Secretaria Especial de Comunicação Social informou que Bolsonaro sentiu um desconforto abdominal durante a madrugada, por isso foi submetido a exames.

"A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) informa que o Presidente da República, Jair Bolsonaro, após sentir um desconforto abdominal, deu entrada no Hospital [Vila] Nova Star, em São Paulo, na madrugada desta segunda-feira (3), para a realização de exames. A Secom informa, ainda, que o presidente passa bem e que mais detalhes serão divulgados posteriormente, após atualização do boletim médico."

Até hoje, o presidente passou por seis cirurgias em consequência da facada. Foram quatro em 2018 e duas em 2019 — para retirada da bolsa de colostomia e para correção de uma hérnia na incisão da cirurgia. A última internação de Bolsonaro aconteceu em julho de 2021. Na época, ele ficou hospitalizado por quatro dias com um quadro de obstrução parcial do intestino delgado.

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