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‘Tenho 300 e poucos processos e a gente não vai recuar’, diz Bolsonaro

Nesta quinta, ex-presidente foi indiciado por vendas ilegais de joias presenteadas por autoridades internacionais

Brasília|Do Estadão Conteúdo


PF viu três crimes cometidos por Bolsonaro
PF diz ao STF que venda de joias custeou permanência nos EUA Natanael Alves/PL - 12.12.2023

Em meio as investigações da PF (Polícia Federal), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse neste sábado (6) que “não vai recuar”. Durante um evento da CPAC Brasil (Conferência de Política Ação e Conservadora), Bolsonaro comentou, ainda, sobre os processos no nome dele. “Apesar de a PF ter ido três vezes na minha casa, hoje já tenho 300 e poucos processos ainda. Vale a pena. A gente não vai recuar”, disse.

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O ex-presidente foi acusado de envolvimento na tentativa de vender joias que recebeu como chefe de governo da Arábia Saudita. Durante o pronunciamento, Bolsonaro voltou a questionar os processos que o tornaram inelegível, reforçou críticas ao projeto de lei que visa regular as redes sociais e disse que “pressentiu” os atos golpistas ocorridos no dia 8 de janeiro do ano passado.

”Imagina se no dia 30 de dezembro de 2022 eu não tivesse saído do Brasil, com o 8 de Janeiro acontecendo, onde eu estaria numa hora dessa? Não sabia o que iria acontecer, mas pressentia que algo de errado estava por vir”, afirmou.

No primeiro pronunciamento, feito nesta manhã, Bolsonaro ignorou as acusações que pesam contra ele em seu primeiro discurso após o indiciamento pela Polícia Federal no caso das joias sauditas. Em breve fala, ele criticou o PT, a quem chamou de “partido do trambique”. “Não tenho ambição pelo poder, tenho obsessão pelo Brasil, em que pese quaisquer outras questões que nos atrapalhe”, afirmou.

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Caso das joias

Nesta quinta-feira (4), a Polícia Federal indiciou Bolsonaro (PL) e auxiliares dele por vendas ilegais de joias presenteadas por autoridades internacionais. A PF acredita ter provas robustas para incriminar Bolsonaro e ex-assessores.

Com a entrega do relatório ao ao STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Alexandre de Moraes vai analisar o relatório final e enviar o processo para a PGR (Procuradoria-Geral da República), que vai avaliar se pede novas investigações, se oferece denúncia ou se arquiva o caso.

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