Quer comprar um imóvel? Startup capixaba possibilita teste de 12 meses antes da aquisição

Caso a resposta seja positiva, todo o investimento feito durante o período de um ano é abatido do valor de compra

Foto: Reprodução
Folha Vitória

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A IM7, startup capixaba de venda e aluguel compartilhados voltada a corretores, está inovando o setor imobiliário do Espírito Santo ao lançar o Test Living. Pela modalidade, o usuário aluga um imóvel que deseja comprar, por 12 meses, e só ao final desse período decide se irá ou não adquiri-lo. Caso a resposta seja positiva, todo o investimento feito durante o período de um ano é abatido do valor de compra.

A novidade já chamou inclusive a atenção de um casal que mora atualmente em Dublin, na Irlanda, e que já resolveu todo o trâmite da moradia de forma remota. Quando voltarem ao Brasil, Gabriel Miranda Lyra e Wliany de Paula Costa irão morar por 12 meses em um edifício da Grasselli Engenharia, em Jardim Camburi, na capital, e depois desse período irão decidir se continuam na unidade.

Além de resolver as necessidades de moradia do usuário, a IM7, de quebra, ainda resolve outro problema deste momento de pandemia do novo coronavírus. Ao movimentar o estoque parado de unidades imobiliárias, as construtoras, que têm objetivo original de venda e não de aluguel, acabam vendo na startup uma possibilidade de ganho de receita e relacionamento com seu futuro cliente, colocando seu empreendimento a teste.

"O Test Living da IM7 é uma solução que atende ao mercado como um todo. É uma solução para o cliente que está indeciso e sem perspectiva, mas tem necessidade de habitar, e também para a construtora que, porventura, esteja com o estoque parado", comenta o corretor Felipe Ribeiro, CEO da IM7.

Ribeiro ainda lembra que o investidor é outra figura beneficiada com o Test Living. "Ainda que os usuários decidam não adquirir a unidade e seguir no aluguel, os investidores têm a oportunidade de comprar um ativo imobiliário com a garantia de locatários. Muito provavelmente, as receitas oriundas das mensalidades serão mais vantajosas do que investimentos em bolsas de valores, fundos de investimentos e outras modalidades de renda fixa e variável, muito afetadas pela crise decorrente da covid-19 e da baixa histórica da Selic", finaliza o CEO.