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Eleições 2014
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"Só nós iremos governar sem Sarney, Collor e Renan", diz Eduardo Campos

Após se reunir com líderes do PMDB gaúcho, Campos critica senadores do partido

Eleições 2014|Diego Junqueira, do R7, enviado especial a Porto Alegre


Campos: 'Não dá para ter 39 ministérios para cada um chamar de seu'
Campos: 'Não dá para ter 39 ministérios para cada um chamar de seu'

O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, criticou nesta quinta-feira (31), em Porto Alegre, o estilo de governança dos últimos presidentes brasileiros, sustentado pelas coligações partidárias. Para o pernambucano, sua chapa com Marina Silva é a única capaz de mudar o “jeito de governar” o País.

Falando para uma plateia de prefeitos do Rio Grande do Sul, durante o 34º Congressos dos Municípios gaúchos, Campos voltou a insistir num assunto recorrente em suas críticas: a quantidade de ministérios da administração Dilma Rousseff, 39.

— Não dá para ter 39 ministérios. Cada um com um ministério nas costas pra chamar de seu. Todo esse processo em Brasília leva os políticos brasileiros ao descrédito. (…) A única opção que afirma que não vai governar com [o ex-presidente José] Sarney, com [o senador Fernando] Collor e com Renan [Calheiros] somos nós.

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A crítica de Campos atingiu dois expoentes do PMDB, os senadores Renan Calheiros e José Sarney, que dão sustentação ao governo Dilma Rousseff em Brasília. No entanto, antes de iniciar sua apresentação, Campos participou de uma reunião improvisada no centro de Porto Alegre com líderes do PSB e do próprio PMDB no Estado.

Os dois partidos estão coligados em nível estadual para a campanha do peemedebista José Ivo Sartori ao governo local, presente ao evento, assim como o senador gaúcho Pedro Simon, também do PMDB. Ambos saíram ilesos das críticas e receberam elogios do presidenciável.

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Pior dos cenários

Com discurso afinado para a plateia de prefeitos, o pessebista criticou o repasse da União às prefeituras, prometendo ampliar essas verbas em caso de vencer a disputa eleitoral.

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— Ampliar a base de distribuição do Imposto de Renda e do IPI para os municípios, aumentar o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) para 2% é um compromisso nosso.

Segundo Campos, o País está vivendo o pior dos cenários no campo econômico, de “baixo crescimento, inflação de volta e juros lá em cima”.

— Esse é um cenário que vai derreter os empregos, que já está derretendo os empregos na indústria. Cenário que vai derreter as conquistas dos últimos anos. Não vamos negar os avanços dos últimos 20 anos. Mas, ou muda o jeito de governar, ou o Brasil não vai.

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