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Paula Belmonte tenta se viabilizar, mesmo após fim do registro de candidaturas

Direção do Cidadania marcou reunião para definir se deputada federal vai disputar cargo proporcional no lugar de outro inscrito

Eleições 2022|Jéssica Moura, do R7, em Brasília

A deputada federal Paula Belmonte discursa no plenário da Câmara
A deputada federal Paula Belmonte discursa no plenário da Câmara A deputada federal Paula Belmonte discursa no plenário da Câmara

A deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) ainda não desistiu de participar das eleições deste ano. Após o prazo final para o registro de candidaturas ter se encerrado na última segunda-feira (15) sem a deputada ter se inscrito para disputar nenhum cargo, uma decisão do partido pode mudar o destino dela. 

Em reunião marcada para a tarde desta sexta-feira (19) com dirigentes locais, a legenda vai definir se Belmonte vai concorrer a uma vaga no Legislativo no lugar de outro inscrito.

Nos últimos meses, a deputada e o senador Izalci Lucas (PSDB) travam uma batalha pela cabeça de chapa do Governo do Distrito Federal. O tucano foi confirmado como o candidato da federação, mas Belmonte não aceitou a decisão e se disse candidata, a despeito da determinação partidária.

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A deputada persistiu na luta para tentar a disputa pelo Governo do DF porque, embora o coordenador local da Federação PSDB-Cidadania seja Izalci, o grupo partidário é majoritariamente composto de membros do Cidadania. Já Izalci tinha, desde o início, a maioria no colegiado federal.

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Pedido negado

Ainda na segunda-feira (15), às vésperas do fim do registro eleitoral, a parlamentar aguardava uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre uma ação movida por ela em que questionava a indicação de Izalci. Belmonte acusava o senador de divulgar, sem sua autorização, um atestado médico que a liberava de uma reunião do grupo partidário que definiria o candidato ao Buriti. 

No entanto, o relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, negou o pedido da deputada. Na ocasião, Izalci afirmou que a decisão de Lewandowski — que assumiu a vice-presidência do TSE na terça-feira (16) — mostra que a federação "seguiu todas as normas da legislação eleitoral". "Tivemos o reconhecimento e o aval da maior corte eleitoral do país", disse o candidato ao Palácio do Buriti.

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