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Atlético-MG x Palmeiras: Felipão tem vantagem em mata-mata de Libertadores contra seu ex-clube

O encontro entre Atlético Mineiro e Palmeiras seria relevante por si só por, por ser o único duelo entre brasileiros nas oitavas da...

Estadão Conteúdo|Do R7


O encontro entre Atlético Mineiro e Palmeiras seria relevante por si só por, por ser o único duelo entre brasileiros nas oitavas da Libertadores e a terceira vez em que se enfrentam no mata-mata da competição. Mas a presença do técnico Luiz Felipe Scolari no banco do time mineiro acrescenta mais um elemento ao jogo desta quarta, marcado para as 21h30, no Mineirão. Será mais uma partida em que Felipão do lado oposto em relação à equipe do qual é ídolo.

Um dos principais treinadores da história palmeirense, Felipão revê o Palmeiras depois de, à frente do Athletico-PR, eliminar o time paulista nas semifinais da Libertadores do ano passado e se tornar o único técnico, até então, a ganhar um mata-mata de Libertadores de Abel Ferreira. a quem o experiente comandante considera o maior técnico do Palmeiras de todos os tempos.

No total, o veterano treinador enfrentou o Palmeiras oito vezes no torneio continental por três clubes diferentes. Além da edição de 2022, quando estava no comando do Athletico-PR, foi rival da equipe alviverde nas edições de 1995 e 2001.

Na fase de grupos da Libertadores de 1995, Palmeiras e o Grêmio de Felipão se enfrentaram duas vezes. Em São Paulo, vitória do time alviverde por 3 a 2. Em Porto Alegre, empate sem gols. No mesmo ano, os dois voltaram a ser encontrar mais à frente, nas quartas de final do certame continental.

O Grêmio aplicou um histórico 5 a 0 em Porto Alegre e, na volta, levou 5 a 1. Pelo gol marcado no Palestra Itália, os gaúchos, comandados por Felipão, ficaram com a vaga.

Felipão não teve a mesma sorte em 2001, dois anos depois de ter sido campeão da Libertadores com o Palmeiras. Seu Cruzeiro empatou os dois jogos das quartas com os paulistas, que levaram a melhor nos pênaltis e avançaram às semifinais.

Mais de duas décadas depois, em 2022, foi a vez de Felipão voltar a ser algoz do Palmeiras. À frente do Athletico-PR, sua equipe ganhou o primeiro jogo das semifinais por 1 a 0 em Curitiba e depois, com um a mais, buscou empate por 2 a 2 para garantir a vaga na final.

Jejum, cobranças e pressão

Aos 74 anos, Felipão havia dito que não queria mais ficar à beira do gramado, arrumou um emprego de diretor, mas não se aguentou. Voltou a ser treinador sete meses após confirmar sua aposentadoria como técnico. O combinado era de que sua vitoriosa carreira terminasse em novembro do ano passado, quando deixou a função para ser diretor técnico do Athletico-PR. No mês passado, porém, contrariando o desejo da família, decidiu retornar e aceitou o convite do Atlético Mineiro.

O veterano pentacampeão mundial com a seleção brasileira explicou que o projeto do Atlético-MG e a saudade de estar à beira do campo o fizeram mudar de ideia. Seu início em Belo Horizonte, porém, é péssimo. Sob o seu comando, o time mineiro ainda não venceu. São quatro derrotas e quatro empates em oito partidas.

O jejum não desanima a diretoria, que deu um voto de confiança ao treinador. O entendimento dos dirigentes é de que a equipe evolui, mesmo sem os resultados positivos. “Dificilmente passamos por situações iguais, mas nós já estamos calejados para enfrentar isso”, afirmou Felipão.

“Nós todos sentimos, temos vergonha, tristeza porque fazemos do nosso trabalho nossa casa, nossa vida, o sonho. E não estamos conseguindo, não por falta de vontade, mas porque esse é o momento”, completou o experiente treinador, na esperança de que a maré negativa seja interrompida contra o time que lhe deu uma idolatria intocável

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