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Relembre a difícil relação entre rainha Elizabeth 2ª e princesa Diana 

Casamento do então príncipe Charles foi um divisor de águas para a família real, que viu a intimidade da monarquia ser exposta

Internacional|Do R7, com AFP e Reuters


Chalres (à esq.), Elizabeth (centro) e Diana (à dir.) meses antes do casamento
Chalres (à esq.), Elizabeth (centro) e Diana (à dir.) meses antes do casamento -/AFP

A relação complicada entre a princesa Diana e a rainha Elizabeth 2ª voltou aos holofotes após a morte da monarca na última quinta-feira (8). Entre altos e baixos, elas tentaram manter as boas aparências enquanto sogra e nora.

O que muitas pessoas não sabem é que Diana não era uma “estranha” para a realeza britânica. A rainha era madrinha do irmão mais novo da princesa, Charles Spencer, e o pai de Lady Di havia sido o escudeiro da monarca.

Mas foi apenas em 1981 que Diana foi colocada no centro das atenções globais, quando a então jovem de 20 anos se casou com o filho mais velho da rainha Elizabeth 2ª e herdeiro do trono, o então príncipe Charles, agora rei Charles 3º.

O casamento retratado pela imprensa mundial como um conto de fadas, entretanto, foi cercado de polêmicas. De acordo com a biografa real Ingrid Seward, autora do livro The Queen and Di (A Rainha e Di, em tradução livre), quando a princesa suspeitou que o marido nunca havia encerrado o caso com Camilla Parker Bowles, atual rainha consorte, ela caiu em depressão e sucumbiu à bulimia sem que ninguém a ajudasse a superar os problemas de saúde.

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Seward ainda ressalta que após Diana se casar com Charles, a princesa e a rainha Elizabeth 2ª criaram um forte laço, mas a relação foi se deteriorando à medida que a crise no casamento se intensificava.

O casal se divorciou em 1992, após 11 anos de casamento, mas o processo só foi oficializado em 1996. Em uma entrevista explosiva à BBC em 1995, a então princesa de Gales revelou que "havia três pessoas" no casamento, referindo-se ao relacionamento do marido com Parker Bowles.

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Ao dar a própria versão dos eventos — e admitir a infidelidade —, Diana expôs as lutas que viveu dentro da família real, criticou a monarquia e questionou a capacidade de Charles de ser rei.

Em 1997, quando a princesa morreu após um trágico acidente de carro em Paris, Elizabeth 2ª foi amplamente criticada pela falta de compaixão.

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Enquanto a população enlutada colocava milhões de flores do lado de fora dos portões dos palácios de Buckingham e Kensington, o príncipe Charles e a monarca permaneceram no castelo escocês em Balmoral.

Apesar da onda de indignação que varreu o país, a soberana não saiu do silêncio até a véspera do funeral, quando fez um histórico discurso televisionado.

Para especialistas na família real britânica, a morte de Diana foi um marco para Elizabeth 2ª, que aprendeu com este episódio que era importante se sensibilizar, em especial, com a dor do povo britânico.

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