Desaparecimento de filha de cabeleireira morta completa um ano nesta sexta (21)
Polícia Civil garante que ainda investiga o caso, que está sob sigilo; uma amiga da cabeleireira também foi morta
Minas Gerais|Rosildo Mendes, da Record Minas

Nesta sexta-feira (21), completa um ano que a garota Evelyn Jasmin Machado Acácio, de 8 anos, segue desaparecida. A Polícia Civil garante que ainda investiga o caso, mas nada de concreto foi apresentado mesmo após 12 meses. Segundo a corporação, o caso está sob sigilo.
No dia 21 de junho de 2023, Ketlyn Oliveira, de 29 anos, e a filha sofreram uma emboscada em um salão de beleza, no Bairro Geraldo Carneiro, em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte. Além da mulher, a amiga dela, a cabeleireira Ana Rachel Brito, de 32 anos, também morreu. Desde o dia do crime, Evellyn, filha de Katlyn, segue desaparecida. O corpo de Katlyn foi encontrado no dia seguinte. A polícia informou que câmeras de segurança captaram imagens da mulher, que teria saído de um carro correndo, mas foi alcançada e morta com um tiro na nuca.
O corpo da cabeleireira Ana Rachel Brito foi encontrado em um carro na BR-040, na altura do bairro Morada Nova, em Contagem, na Grande BH, dois dias após o crime. Na época, a Polícia Civil chegou a informar que o foco principal dos criminosos era Katlyn, a mando do ex-companheiro dela, um traficante que está preso, pai da criança desaparecida. Katlyn teria exposto o fim conturbado do relacionamento nas redes sociais e ainda o acusava de ter tentado tirar a guarda da criança sob ameaças. Além disso, a jovem acusava o ex-marido de ordenar a morte do namorado dela, assassinado em 2022.
Na época, a Polícia Civil chegou a ouvir mais de 30 pessoas no inquérito que investiga o caso. A dona do carro em que estava Katlyn e o irmão da proprietária, que dirigia o veículo, foram ouvidos pela Polícia Civil. Os suspeitos do crime também prestaram esclarecimentos.
No mesmo mês, policiais penais encontraram um aparelho celular na cela do homem apontado como ex-companheiro de Katlyn Lorraine. As buscas foram feitas depois que a equipe de plantão da penitenciária foi informada de que ele estaria fazendo uso do aparelho celular para repassar ordens a seus comparsas, em liberdade, para que sequestrassem uma pessoa e a mantivessem em cárcere privado.


















