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Mulher trans é morta a tiros na Grande BH e autoria ainda é mistério para polícia

Tio da vítima contou à polícia que ele teria sido ameaçada pelo suspeito em um post na rede social

Minas Gerais|Lucas Alcântara*, da RECORD MINAS


Uma mulher trans foi morta próxima a uma igreja, em Matozinhos, na região metropolitana de Belo Horizonte, na noite desta quarta-feira (04).

Segundo o boletim de ocorrência, a PM (Polícia Militar) foi acionada para um possível homicídio na Praça São Sebastião. De acordo com os militares, muitas pessoas estavam reunidas próximas ao corpo da vítima, que estava no chão com diversos ferimentos.

Segundo testemunhas, quando ouviram os disparos, correram para trás de um bar da região e não viram o autor dos tiros. Entretanto, uma dos denunciantes presentes no local no momento do crime, relatou aos policiais que conhecia Alana e que a vítima estava acompanhada de um amigo, mas não soube informar onde ele estava durante o crime.


Em conversas com Isaías, tio da vítima, ele relatou que Alana mencionou uma possível ameaça em uma publicação de uma rede social, onde dizia que “gente da minha raça ele corta na bala”, se referindo às palavras do pai. O parente ainda informou que poderia haver drogas na casa da mulher. Os militares foram ao local, mas não encontraram nada.


A responsável pelo bar informou aos policiais que as câmeras de segurança não estavam funcionando devido às chuvas da noite anterior. Eles tentaram imagens de outros estabelecimentos na região, mas também sem sucesso.

Na cena do crime, foram recolhidas cápsulas de uma arma de calibre ponto 40.


A morte de Lanna é um mistério para a polícia. Segundo a polícia, ainda no dia do crime, informações anônimas apontaram dois homens como executores de Lanna, mas, até o momento, ninguém foi preso.

*Estagiário sob supervisão de Arnon Gonçalves.


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