Homem de 47 anos, sócio do Minas Tênis Clube, no Lourdes, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, é suspeito de agredir com uma raquete um menino de 10 anos. A criança estava na companhia da babá quando teria sido atacada. O garoto sofreu um corte profundo no rosto.O caso ocorreu na última quinta-feira (25), mas só veio à tona neste sábado (27). No dia do ocorrido, a Polícia Militar foi chamada ao Minas Tênis, na Rua da Bahia, para registrar o boletim de ocorrência. O suposto agressor já teria deixado local.De acordo com as informações do BO da PM, a vítima brincava com um grupo de crianças quando esbarrou uma raquete de tênis em um garoto, que saiu chorando e foi contar ao pai.ViolênciaTestemunhas informam que o menino voltou acompanhado do pai. Que o homem se aproximou da vítima bastante irritado e disse: “aí filho, é assim que a gente faz!”. Em seguida, arrancou a raquete da mão do garoto de 10 anos e bateu ela no rosto da criança. A agressão foi com tanta força que a raquete quebrou.A babá contou aos policiais militares que vítima chorou bastante e se defendeu afirmando ter esbarrado sem querer na outra criança. O menino agredido foi levado com sangramento forte para a enfermaria do clube.A mulher ainda informou ter corrido atrás do suspeito para que ele não fugisse do local com seus dois filhos, mas quando abordado, o homem alegou ter sido seu filho quem teria agredido a criança.No BO conta ainda que um grupo de adolescentes estava no clube e que todos confirmaram ter sido o adulto quem agrediu o menino. Eles também relataram que o agressor disse após o ocorrido “é assim que a gente faz filho, é assim que a gente desconta”, logo em seguida ele deixou o local.PosicionamentoEm nota, o Minas Tênis Clube informa que “agiu de imediato e que o agressor está suspenso e impedido de frequentar todas as unidades do Minas Tênis Clube e o Minas Náutico”, também foi aberta uma ocorrência na comissão disciplinar do clube para decidir as penalidades. A Polícia Civil investiga o caso.O jornalismo do R7 Minas entrou em contato com o suspeito da agressão e também com a família da vítima, mas ainda não obteve resposta.*Sob supervisão de Andréa Silva