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Além das Embaixadas
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Cúpula do governo federal celebra relação diplomática com Emirados Árabes Unidos

E aguarda a inclusão permanente do parceiro comercial no BRICS

Além das Embaixadas|Natalie MachadoOpens in new window

Músicos dos Emirados Árabes Unidos em cerimônia de celebração diplomática

A celebração ocorreu em uma casa de eventos, em Brasília, para comemorar os cinquenta anos de relações diplomáticas com entre os Emirados Árabes e o Brasil. O evento contou com músicos, cheff de cozinha e artista plástica nativos.

Entre os convidados estavam embaixadores, chefes de missão e do governo federal. Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal e, também, do Grupo Parlamentar Brasil-Emirados Árabes Unidos, órgão instalado, em caráter permanente, no poder legislativo, também compareceu.

Em discurso não muito longo, Pacheco destacou o relacionamento entre Brasil e Emirados, considerado no ápice histórico, tanto política quanto economicamente.

“Estima-se que os fundos soberanos dos Emirados Árabes já tenham investimentos produtivos no Brasil na ordem dos 20 bilhões de dólares. No comércio, a soma das exportações e importações entre nossos países passou, entre 2019 e 2023, de 2,7 para 4,3 bilhões de dólares, um espetacular crescimento de 60% em apenas cinco anos”.

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E ressaltou a vontade do Brasil de ter o parceiro como membro permanente do BRICS.

“... estão avançadas as negociações para um acordo bilateral entre Emirados e Mercosul. Lembremos também que os Emirados já são parceiros estratégicos dos BRICS, e já foram convidados para tornarem-se membros efetivos do grupo”.

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Representando o Ministério de Relações Exteriores, o embaixador Laudemar Aguiar, ressaltou a importância do desenvolvimento dos laços diplomáticos e econômicos. " Saudamos a entrada dos Emirados no BRICS. E somos gratos em garantir a transição da COP 28, 29 e 30, que ocorrerá no Brasil”.

O Brasil é o primeiro parceiro comercial dos Emirados Árabes Unidos na América Latina e os Emirados Árabes Unidos são uma porta de entrada dos produtos brasileiros para o Oriente Médio e o Norte da África.


Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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