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Monza substitui Onix na China e faz até 21 km/l 

Sedã é baseado no antigo Cruze e tem motor 1.5 com assistência elétrica 

Autos Carros|Marcos Camargo Jr. e Marcos Camargo Jr.

Monza chinês: evoluções em relação ao 'nosso' Onix Plus
Monza chinês: evoluções em relação ao 'nosso' Onix Plus Monza chinês: evoluções em relação ao 'nosso' Onix Plus

Com lançamento em 2019 na China um pouco antes do ocorrido no Brasil, o Onix acaba de sair de linha para dar lugar a produtos mais modernos. Surge então o sedã Monza, que resgata o nome do clássico que tivemos aqui a partir dos anos 1980. Feito na plataforma do Cruze, que também não é oferecido na China há anos, ele tem visual mais moderno, porte um pouco maior e traz uma inédita versão híbrida.

Sedã é mais longo, com 4,66 m
Sedã é mais longo, com 4,66 m Sedã é mais longo, com 4,66 m

As versões de entrada têm motor 1.5 aspirado de 109 cv e 14 kgfm de torque com câmbio de dupla embreagem ou manual com seis velocidades.

Interior com duas telas de alta resolução
Interior com duas telas de alta resolução Interior com duas telas de alta resolução

Os modelos mais equipados trazem o motor 1.3 turbo com sistema híbrido leve de 48 v que soma bons 163 cv e 23 kgfm de torque somente com câmbio automático de dupla embreagem. O consumo médio fica na casa dos 20 km/l na estrada e 17 na cidade sem sistema de recarga externa. 

Grade ampliada e faróis mais afilados aumentam a sensação de espaço
Grade ampliada e faróis mais afilados aumentam a sensação de espaço Grade ampliada e faróis mais afilados aumentam a sensação de espaço

Ele traz um item que a GM está devendo faz tempo para o nosso mercado: painel digital, algo que já está disponível no Tracker RS, por exemplo. Há itens como carregador de celular sem fio, telas integradas, acabamento suave ao toque e aquecimento nos bancos.

Como é baseado na plataforma do antigo Cruze, o Monza é bem maior que o nosso Onix Plus, com 4,66 m de comprimento e entre-eixos com 2,64 m. Por usar uma base que não temos por aqui, o Monza deve seguir bem longe do nosso mercado.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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