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Em carta, caciques do PSDB pedem que Eduardo Leite fique no partido

'Não admitimos a possibilidade de o perdermos, nesse momento crucial para a história do Brasil', diz documento

Christina Lemos|Do R7


O governador Eduardo Leite (PSDB-RS)
O governador Eduardo Leite (PSDB-RS)

De olho nas eleições de outubro deste ano, caciques do PSDB entregaram, nesta sexta-feira (18), uma carta ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, solicitando que o tucano permaneça no partido. No documento, eles afirmam que, nesse momento, não admitem a possibilidade de perdê-lo para outra legenda.

"Não admitimos a possibilidade de o perdermos, nesse momento crucial para a história do Brasil. O movimento cresce, reuniremos as forças necessárias, a missão será dada, e, certamente, como de costume, vitoriosamente cumprida. Estaremos juntos", afirma o documento, obtido pela reportagem.

Leite, que perdeu as prévias do PSDB que escolheram o governador paulista João Doria como o candidato presidencial, tem conversado com o PSD, de Gilberto Kassab. Uma das tratativas entre o gaúcho e a legenda é sobre a possível candidatura do tucano ao Palácio do Planalto.

Recentemente, o gaúcho afirmou que ainda estuda os caminhos políticos para a eleição deste ano, mas que não vê problema em auxiliar outro projeto dentro do partido sem se candidatar.

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"Sempre tenho absoluta tranquilidade nessa discussão política e não tenho nenhum problema de ajudar um projeto sem ser candidato. Se entenderem que eu deva ser candidato, estou a postos para cumprir esse papel", disse Leite.

"Nos orgulhamos da sua trajetória: vereador, prefeito, governador do Rio Grande do Sul, sempre pelo PSDB, sempre tucano. Em todas essas etapas, de uma escalada absolutamente exitosa, encontramos sua marca registrada, composta pelas necessárias virtudes para o exercício da política: honradez, compromisso, determinação, preparo e competência", diz outro trecho do documento.

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"O futuro do Brasil está em jogo! Outubro se avizinha. O momento é de união em torno de um projeto que recoloque a Nação no caminho certo. A maioria dos brasileiros, cansada de tanto extremismo, está à espera do retorno à normalidade, e, nessa direção, de alguém que possa liderar uma campanha, ao mesmo tempo, empolgante, propositiva e viável", completa.

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A carta é assinada por diversos caciques tucanos, entre eles o presidente do diretório estadual de São Paulo, Marco Vinholi, que é aliado do governador de São Paulo, João Doria. 

Assinam o documento: Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB, e os ex-presidentes do partido Tasso Jereissati, José Serra, Aécio Neves, Pimenta da Veiga, Teotônio Vilela, José Aníbal, além do governador Reinaldo Azambuja, dos senadores Plínio Valério, Rodrigo Cunha e Mara Gabrilli, e dos deputados Adolfo Viana, Pedro Cunha Lima, Carlos Sampaio, Daniel Trezciak, Eduardo Barbosa, Eduardo Cury, Lucas Redecker, Luis Carlos, Mariana Carvalho, Nilson Pinto, Paulo Abi Ackel, Rodrigo de Castro, Pedro Villela e Sheridan Oliveira, e Raquel Lyra e Armando Monteiro.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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