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Pix terá mudança para evitar golpes a partir desta sexta-feira; entenda

Transações feitas de celulares ou de computadores novos e sem cadastro no banco terão limites de valores a partir de 1º de novembro

Conta em Dia|Ana VinhasOpens in new window

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Pix virou o meio de pagamento mais popular Filipe Siqueira/R7

As mudanças do Pix para combater fraudes e golpes entram em vigor nesta sexta-feira, 1º de novembro. Pela nova regra do Banco Central, a transferência ficará limitada a R$ 200 por operação, em celulares e computadores novos e não cadastrados no banco onde o cliente é correntista. O limite diário será de até R$ 1.0000,00.

Esses limites valem até que o usuário confirme com o banco a propriedade do novo aparelho. Após essa confirmação, os limites normais de transação são restaurados.

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Quem trocar de celular ou quiser usar uma nova chave Pix também passará por esse período inicial com limites reduzidos.

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Em nota, o Banco Central explicou que essa exigência de cadastro se aplica apenas a aparelhos que nunca tenham sido usados para iniciar uma transação Pix, para não causar inconvenientes aos clientes que já usam um dispositivo eletrônico específico.

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A medida é para diminuir a possibilidade de fraudadores usarem dispositivos diferentes daqueles já em uso pelo cliente para gerenciar chaves e iniciar as transações por Pix, quando houver o roubo ou conhecimento de login e senha do cliente.

Portanto, para usar um novo dispositivo de acesso ao Pix (celular ou computador), o cliente deverá cadastrar previamente no banco para realizar as transferências, assim como nos casos em que o usuário mudar de aparelho.

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Novas regras de segurança do Pix

  • Cadastrar novos computadores e smartphones que serão liberados para fazer a transação por Pix
  • Para equipamentos não cadastrados, o limite por transação será de R$ 200 por operação, e de R$ 1 mil, por dia

Pagamento mais seguro

O Banco Central determinou medidas que as instituições financeiras devem - a partir de novembro – aplicar para garantir segurança nas transferências eletrônicas de recursos nas contas bancárias:

  • Adotar solução de gerenciamento de risco de fraude que contemple informações de segurança armazenadas no Banco Central e que seja capaz de identificar transações Pix atípicas ou não compatíveis com o perfil do cliente
  • Disponibilizar — em canal eletrônico de acesso amplo aos clientes —- informações sobre os cuidados que os clientes devem ter para evitar fraudes
  • Pelo menos uma vez a cada seis meses, os bancos devem verificar se seus clientes têm marcações de fraude na base de dados do Banco Central

“Espera-se que os participantes tratem de forma diferenciada esses clientes, seja por meio do encerramento do relacionamento ou do uso do limite diferenciado de tempo para autorizar transações iniciadas por eles e do bloqueio cautelar para as transações recebidas”, acrescentou o BC em nota.

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Serviço

Um novo serviço do sistema de pagamento instantâneo, o Pix Agendamento Recorrente, passou a ser obrigatório em todos os bancos desde segunda-feira (28). As transferências periódicas, como serviços, diarista, terapia ou personal trainer, por exemplo, podem ser agendadas por meio do sistema de pagamento instantâneo.

O serviço serve para aqueles pagamentos que sempre se repetem, com valor fixo, mês a mês, para pessoas físicas. Segundo o Banco Central, algumas das transações que poderão contar com o serviço são mesadas, doações, aluguel entre pessoas físicas e prestação de serviços recorrentes.

O Pix agendado já era feito em alguns bancos, mas desde segunda-feira é obrigatório para todas as instituições financeiras.


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