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Valorização de imóveis supera inflação e acumula alta de 6% em 12 meses

Preço médio do metro quadrado em maio foi de R$ 8.967/m²; imóveis de um dormitório se destacaram, com valor de R$ 10.593/m²

Conta em Dia|Ana VinhasOpens in new window

Imóveis residenciais tem valorização acima da inflação (ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO - 30.04.2024)

O preço médio de venda dos imóveis residenciais no Brasil subiu 0,74% no mês de maio, mostram dados divulgados nesta terça-feira (4) pelo Índice FipeZap+, que acompanha a valorização da casa própria em 50 cidades brasileiras. Houve uma nova aceleração dos preços em relação aos resultados do índice nos meses de março (0,64%) e abril (0,66%).

O aumento mensal foi mais expressivo nos preços de venda de imóveis com apenas um dormitório (0,89%), que contrasta com a alta relativamente menor no valor de unidades de quatro ou mais dormitórios (0,41%).

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No mesmo período, o IGP-M/FGV exibiu uma inflação mensal de 0,89%, enquanto a prévia do IPCA/IBGE, dada pelo IPCA-15, indicou um aumento médio de 0,44% nos preços ao consumidor.

No acumulado dos últimos 12 meses, a valorização dos imóveis residenciais atinge 6,07%. O resultado supera a variação do IGP-M/FGV (-0,34%), bem como prévia da inflação ao consumidor, dada de forma provisória pelo comportamento do IPCA até abril/2024 e do IPCA-15 em maio/2024* (3,91%).

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Nesse cenário, imóveis com um dormitório registraram valorização acima da média (6,49%), contrastando com a menor variação dos preços entre unidades com quatro ou mais dormitórios (5,51%).

O preço médio calculado para as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP foi de R$ 8.967/m². Imóveis de um dormitório se destacaram pelo preço médio de venda mais elevado (R$ 10.593/m²). Já os com dois dormitórios registraram R$ 8.050/m².

Entre as 16 capitais atualmente envolvidas no cálculo do índice, Vitória (ES) apresentou o valor médio por metro quadrado mais alto na amostra (R$ 11.312/m²), seguida por Florianópolis (R$ 11.261/m²), São Paulo (R$ 10.936/m²), Rio de Janeiro (R$ 10.077/m²), Curitiba (R$ 9.845/m²) e Brasília (R$ 9.180m²).

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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