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Luiz Fara Monteiro
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Abesata participa da XII Jornada AVSEC e Cybersecurity Expo em São Paulo

O evento organizado pela ANAC começou hoje (02.07) e segue até amanhã. Em pauta, ações de safety e security em aeroportos, destacando aspectos como cultura de segurança, treinamento e uso de tecnologia

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Abesata: XII Jornada AVSEC e Cybersecurity Expo Divulgação Abesata

Ao longo de todo o dia, profissionais de safety e security da aviação estiveram reunidos em São Paulo para participar da XII Jornada AVSEC e Cybersecurity Expo, evento organizado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), que contou com a participação da Abesata (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares do Transporte Aéreo). Pela segunda vez consecutiva, o instrutor AVSEC, João Roberto de Lima Santos, que trabalha há mais de 16 anos no ramo, falou sobre a valorização dos APACs - os agentes de proteção, profissionais que trabalham com segurança na aviação civil. O evento vai até amanhã.

“A segurança nos aeroportos no Brasil é realizada por profissionais especializados e 95% deles são de ESATAs. Por isso, não adianta falar de security sem falar das empresas de serviços em solo”, ressaltou Ricardo Miguel, presidente da Abesata, em sua palestra. Ele lembrou que um dos maiores problemas é o turnover, que leva à perda de um terço dos agentes de proteção a cada ano, encarecendo o sistema, pois é preciso treinar e capacitar esses profissionais.

Na abertura, estiveram presentes Rogério Benevides, diretor da ANAC, que foi moderador; Alcides Teixeira Barbacovi, Ten Brig Ar, diretor do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo); Filipe Reis, da ACI-LAC; Miguel Dau, da CCR; Virginio Corrieri, da ALTA; e Dany Oliveira, da IATA (International Air Transport Association). O debate girou em torno dos desafios de cuidar da segurança em aeroportos, considerando, por exemplo, a experiência do passageiro e a expectativa de aumentar o número de passageiros transportados no país.

“Precisamos ter previsibilidade e orçamento para que possamos avançar neste tema”, disse Rogério Benevides, da ANAC. Para Filipe Reis, da ACI-LAC, há bons usos de tecnologia, como os drones na vigilância dos perímetros aeroportuários, e menciona a revolução que a biometria vai trazer. Mas é preciso acompanhar o desenvolvimento do mercado e haver integração com inteligência, troca de informações entre as agências para melhorar a eficiência. Já Miguel Dau, da CCR, ressaltou a necessidade de mapear os riscos para tomar medidas que ajudem no combate, citando a criação de um livro de riscos.


Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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