Luiz Fara Monteiro Real Aviation amplia operação elétrica para os Aeroportos em três regiões

Real Aviation amplia operação elétrica para os Aeroportos em três regiões

Foram contemplados Aeroportos de Vitória da Conquista (BA), São José do Rio Preto (SP), Carajás (PA) e Montes Claros (MG)

Real Aviation: operação ampliada em vários aeroportos

Real Aviation: operação ampliada em vários aeroportos

EGOM PR - Divulgação

A Real Aviation, empresa de ground handling, ampliou a operação elétrica para mais quatro bases, no Aeroporto de Vitória da Conquista (BA), no Aeroporto de São José do Rio Preto, Aeroporto de Carajás (PA) e Aeroporto de Montes Claros (MG). No Aeroporto Internacional de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, a empresa já opera com 12 equipamentos elétricos, desde julho deste ano, atendendo 50% dos voos diários da Latam com a nova tecnologia, colaborando para a diminuição de emissão de carbono ao meio ambiente.

Em Vitória da Conquista, a Real já conta com um veículo QTA (para abastecimento de água potável) elétrico e um QTU (para coleta sanitária) e em Montes Claros dois tratores elétricos. Em São José do Rio Preto, há um carro elétrico para o transporte de pessoas com necessidades especiais e, em Carajás, há um carro elétrico para o embarque de passageiros. Para o próximo ano, a empresa tem a intenção de continuar a ampliação das unidades elétricas para as demais bases. 

Até o momento, a empresa já investiu R$ 5,2 milhões em operação elétrica no Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, valor que envolve, entre outros, a aquisição de 12 equipamentos (um rebocador, sete tratores, duas esteiras, QTA e QTU) e foi a primeira empresa do setor na América Latina a realizar uma operação em solo 100% elétrica.

Segundo o CEO da Real Aviation, Adriano Bruno, a operação elétrica, além de proteger o meio ambiente, reduz em 70% os gastos mensais da empresa, em comparação ao diesel. “Estamos caminhando para a implantação de uma forte política de sustentabilidade em nossa empresa, rumo às  diretrizes de ESG (governança, meio ambiente e social).”

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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