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Luiz Fara Monteiro
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RIOgaleão celebra Mês do Meio Ambiente com conquista de certificação nível 3 em gerenciamento de carbono

Em 10 anos de concessão, Aeroporto Internacional Tom Jobim evitou a emissão de 55 mil toneladas de CO2 com gestão de resíduos, além de economizar energia água com medidas de eficiência

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RIOgaleão: certificação nível 3 em gerenciamento de carbono Marcos Gouvea

O RIOgaleão acaba de conquistar a certificação nível 3 da Airport Carbon Accreditation (ACA), único programa global de certificação aeroportuária de gerenciamento de carbono. A concessionária atendeu a todos os requisitos necessários na categoria Otimização, quando o aeroporto amplia o escopo de redução de emissões e envolve terceiros no processo.

Desenvolvido pelo Conselho Internacional de Aeroportos na América Latina e Caribe (ACI-LAC), o programa verifica o esforço dos terminais por meio de seis níveis, sendo eles: mapeamento, redução, otimização, neutralidade, transformação e transição. O RIOgaleão já era creditado no nível 1 – Mapeamento, no qual mapeia sua pegada de carbono, identifica as fontes e calcula as emissões anuais; e no nível 2 – Redução, quando o comprova a redução de emissões e o cumprimento de metas para gestão de CO2.

“Nessa nova etapa, conquistamos a verificação de emissões de escopo 3, ou seja, atividades do operador aeroportuário somadas aos prestadores de serviços, número de pousos e decolagens e atividades de solo, dentre outras, que são desenvolvidas no aeroporto. Contamos com o compromisso de parceiros para chegar ainda mais longe na redução das emissões de carbono”, explica Dimas Salvia, Diretor de Operações do RIOgaleão.

Desde o início da concessão, em 2014, o RIOgaleão tem investido em iniciativas sustentáveis que visam minimizar o impacto das ações humanas no meio ambiente. “O RIOgaleão desenvolve suas atividades como um dos motores da economia do Estado, comprometido de forma sustentável, ambiental e social com o crescimento do Rio de Janeiro. Estamos alcançando uma década de Concessão com mais de 5 mil vistorias ambientais e 39 mil horas de capacitação ambiental no sítio aeroportuário que reforçam o compromisso com o desenvolvimento equilibrado”, afirma Alexandre Monteiro, presidente do RIOgaleão.

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Ao longo dos últimos dez anos, no âmbito das ações referentes às mudanças climáticas, o RIOgaleão evitou a emissão de mais de 55 mil toneladas de CO2 com o Programa de Gestão de Resíduos Sólidos e atingiu o marco de 70% de reciclagem dos resíduos gerados na operação e manutenção aeroportuária. O trabalho já recebeu menção honrosa do projeto Ciclo Orgânico no Airports Going Green (2017) e conquistou a premiação na Green Airport, da ACI Latin America, na categoria Mudanças Climáticas em 2022.

Cerca de 60 famílias cooperadas do entorno recebem materiais recicláveis do RIOgaleão e complementam suas rendas. O desenvolvimento socioambiental de comunidades próximas já beneficiou mais de 85 mil pessoas com turmas regulares do Conexão Escola; cursos em parceria com o SENAC para taxistas, mulheres da Associação das Mulheres da Ilha do Governador e adolescentes; ações de cidadania com os moradores de Tubiacanga e Praia do Rosa; hortas comunitárias em escolas públicas; visitas educativas na operação aeroportuária. A concessionária também é responsável pelo plantio de 150 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica para recuperação de área degradada.

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A conscientização ambiental envolve ainda a comunidade aeroportuária, que passa por treinamentos constantes sobre a importância de ações individuais em prol do meio ambiente. A equipe de sustentabilidade do aeroporto já realizou mais de 39 mil horas de capacitação.

10 anos de ESG RIOgaleão em números

  • Redução de 49% no consumo de água e de 25% no de energia com medidas de eficiência;
  • Reciclagem de 70% dos resíduos gerados, mais de 55 mil toneladas de CO2 evitadas na atmosfera;
  • 5 mil vistorias ambientais no sítio aeroportuário;
  • 85 mil pessoas beneficiadas diretamente pelo Programa de Desenvolvimento Socioambiental nas comunidades do entorno;
  • Plantio de 150 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica para recuperação de área degradada;
  • 39 mil horas de capacitação com comunidade aeroportuária.


Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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