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Luiz Fara Monteiro
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Voos das bases da Azul na região Norte crescem 139% e devem levar mais clientes para os EUA

Serão mais de 10 mil assentos novos para atender a demanda na alta temporada

Luiz Fara Monteiro|Luiz Fara MonteiroOpens in new window


Azul: mais clientes voando para os Estados Unidos Divulgação Azul

A Azul segue com sua missão de conectar todas as regiões do Brasil e de levar os clientes, de todos os pontos, para destinos nacionais e internacionais. É por isso que a companhia investe cada vez mais em voos de e para suas principais bases na região Norte.

Só para destacar as conexões dessa parte do país com o mundo, há voos diretos para Fort Lauderdale, na Flórida, em aeronave Airbus A 320, com wi-fi a bordo, desde 2017, a partir do Aeroporto Internacional de Belém, e, desde dezembro de 2022, também saindo do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus. E, seja qual for a cidade de partida, os cliente podem chegar até outros destinos, nos Estados Unidos, com as parcerias de codeshare da companhia. É o caso da rota Belém-JFK (em Nova Iorque), partindo com a Azul e inserindo na viagem o embarque em aeronave da JetBlue, em Fort Lauderdale, por exemplo.

Ao todo, desde o início dessas operações, já embarcaram nesses aeroportos direto para Fort Lauderdale mais de 226 mil passageiros em 1759 voos. Só em Belém, que tem a operação mais antiga, já houve neste primeiro semestre (de janeiro a maio) um aumento de 139% em voo e passageiro transportado em relação ao mesmo período do ano passado. E a previsão é de que a demanda aumente com a chegada do mês de férias. Tanto que os voos que já ocorrem quatro dias na semana serão diários e devem aumentar a capacidade de transporte nesta rota para mais de 10 mil assentos.

Já em Manaus, que manterá sua frequência de voos 1 vez na semana, o destaque é possibilitar que os clientes das cidades vizinhas do estado, a maioria delas atendidas exclusivamente pela companhia, continuem contando com o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes para acessar os Estados Unidos – especialmente na alta temporada. A procura dos norte-americanos e Clientes que embarcam em Fort Lauderdale para o Brasil na contramão da rota também  é uma aposta, diante das últimas movimentações desde 2022 e, especialmente, em 2023.

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Segundo Vitor Silva, gerente geral de Planejamento e Estratégia da Azul, a companhia é a empresa aérea com a maior malha na região amazônica, atendendo 13 municípios, como Parintins, Tefé Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira, Eirunepé, Lábrea, Coari, Maués, Barcelos, Santa Izabel do Rio Negro, Manicoré, Borba e Manaus. A Azul lidera o mercado de aviação no Amazonas, com uma participação de 54% das decolagens.

Além de voos diretos para Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, a capital amazonense possui voos para outros 14 destinos, incluindo para a região, e também para Campinas (SP) e Recife (PE), dois principais hubs da Azul.

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“Investir na região Norte e conectar nossos clientes ao máximo de locais, no país e no mundo, é nosso principal diferencial e também tem sido nossa prioridade no remanejamento de voos e na decisão sobre a criação ou manutenção de operações. Esperamos reforçar ainda mais essa estratégia e ampliar as oportunidades de viagem na alta temporada a partir das nossas bases em Manaus e Belém”, explica Vitor.

Sobre a Azul Linhas Aéreas

Azul S.A. (B3: AZUL4, NYSE: AZUL), a maior companhia aérea do Brasil em número de partidas e cidades atendidas, oferece 1.000 voos diários para mais de 160 destinos. Com uma frota operacional de mais de 180 aeronaves e mais de 16 mil tripulantes, a companhia possui uma malha de 300 rotas diretas. A Azul foi eleita pela Cirium (empresa líder em análise de dados de aviação) como a 2ª companhia aérea mais pontual do mundo em 2023. Em 2020, a Azul foi premiada como a melhor companhia aérea do mundo pelo TripAdvisor, sendo a primeira vez que uma companhia aérea brasileira conquistou o primeiro lugar no Traveller’s Choice Awards. Em dezembro de 2023, a Azul foi incluída, pela terceira vez consecutiva, no Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bolsa de Valores B3 (ISE B3). Ainda na B3, a Azul também faz parte há 12 anos da carteira do Índice Carbono Eficiente, o ICO2 B3, que leva em consideração o grau de eficiência de emissões de gases de efeito estufa apresentado pelas empresas.



Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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