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Quatro em cada dez pais dão mesada aos filhos, com valor médio de até R$ 100

Pesquisa da Serasa também releva que a maior parte dessa quantia é destinada a comprar lanche na escola

Renda Extra|Johnny Negreiros, do R7*

Maior parte do dinheiro é usada para comprar lanche na escola
Maior parte do dinheiro é usada para comprar lanche na escola Maior parte do dinheiro é usada para comprar lanche na escola

O Dia das Crianças será na próxima quinta-feira (12), e algumas delas podem até ganhar presentes, mas são poucas as que recebem, todos os meses, um dinheiro para gastar ou investir. Isso é o que aponta uma pesquisa da Serasa em parceria com o instituto Opinion Box.

Segundo o levantamento, 61% dos pais não dão mesada a seus filhos. Ou seja, apenas quatro em cada dez (39%) responsáveis disponibilizam uma quantia mensal para seus herdeiros.

Entre aqueles que dão mesada, o valor médio no Brasil é de até R$ 100, concedido por 74% dos pais entrevistados. Ainda, 53% conseguem dar mesada de até R$ 60.

Outro dado revelado pela pesquisa é que, apesar do nome, 38% dos responsáveis não repassam a quantia todos os meses, mas, na verdade, adotam outra frequência.

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Entre as crianças que recebem o dinheiro, 54% têm entre 6 e 11 anos, enquanto 45% estão na faixa etária de 15 a 18 anos.

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Normalmente, a maior parte da mesada é destinada à compra de lanche na escola (33%). O segundo objetivo que aparece no levantamento mostra que 32% das transações visam ensinar as crianças a poupar no futuro.

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Apesar disso, 72% dos pais não fazem nenhum tipo de investimento nem poupança para os filhos atualmente. E 72% dos responsáveis não conhecem ferramentas financeiras voltadas para os jovens.

"E mesmo entre os genitores que têm esse hábito, 50% admitem não ter uma conta específica para a finalidade, realizando a ação dentro da sua própria conta bancária", detalha a pesquisa.

Mudança de mentalidade

A maioria dos adultos entrevistados não se lembra se de ter conversado sobre finanças pessoais com seus responsáveis durante a infância. Porém, 80% desses mesmos pais hoje dizem que falam sobre o assunto com seus filhos.

"Entre eles, 24% começam a abordá-lo quando as crianças têm até 5 anos e 23% com os pequenos na faixa de 6 a 8 anos. A introdução da educação financeira e finanças pessoais ocorre principalmente quando esclarecem 'quais produtos são caros ou baratos ou o que é possível ou não comprar' (41%), seguido por 'mostrar a importância de guardar dinheiro' (40%)", afirma a Serasa.

*Sob a supervisão de Fabíola Glenia

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