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CPI na Alerj que investiga planos de saúde é citada em defesa de pacientes com deficiência em Brasília

Líder da associação “Nenhum Direito a Menos”, que defende centenas de pessoas, esteve com presidente da Câmara, Arthur Lira

Rio de Janeiro|Do R7

Rodrigo Bacellar criticou cancelamentos de plano de saúde que afetam crianças com deficiência (Divulgação/ Alerj)

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) que investiga planos de saúde por deixar pacientes com deficiência sem atendimento foi citada em defesa do grupo em Brasília, na última quarta-feira (5).

A presidente da associação “Nenhum Direito a Menos”, a fisioterapeuta Fabiane Alexandre Simão, esteve com o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, e pediu para que fosse seguido o exemplo do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar.

“Os planos estão negando direito à saúde e, consequentemente, à vida dos nossos filhos, deixando crianças sem tratamento”, disse Fabiane, que é mãe do Daniel, de 9 anos, que sofre de paralisia cerebral e transtorno do espectro autista.

Segundo o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, a Alerj, em sintonia com o deputado Fred Pacheco, abriu as portas para mães e pais de filhos com deficiência que se desesperaram com cancelamento de contratos, deixando pacientes sem tratamento.

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“Eles vêm enfrentando diversos problemas com os constantes cancelamentos dos planos de saúde. Entre as reclamações estão: ausência de reembolso, atendimento e terapias negados e planos de saúde extintos sem aviso prévio. Isso é inaceitável, absurdo”, disse Bacellar, ciente que essa batalha envolve altos interesses.

“Sei que muita gente grande vai se incomodar, mas não fui eleito para me esconder. Estou aqui para lutar ao lado da população que sofre com esse descaso dos planos de saúde. Inclusive, ameaçam suspender até home care, colocando vidas em risco”, completou Bacellar.

O deputado Fred Pacheco também se posicionou sobre o tema: “É uma vitória do povo do Rio, mas é principalmente uma vitória das mães e pais de PCDs que lutam com tanta bravura. Desde o ano passado, vínhamos tentando uma solução para que tratamentos não fossem interrompidos” .

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