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Ex-companheiro é condenado a 27 anos de prisão por morte de brasileira na Austrália

Mário Marcelo dos Santos Santoro, de 45 anos, foi condenado por homicídio por asfixia, feminicídio e ocultação de cadáver

Rio de Janeiro|Do R7, com Record TV Rio


Cecília Haddad foi morta em 2018, na Austrália
Cecília Haddad foi morta em 2018, na Austrália

O ex-companheiro de Cecília Haddad, morta na Austrália em 2018, foi condenado a 27 anos de prisão. O julgamento, no Tribunal do Júri da Justiça Federal do Rio de Janeiro, começou na terça-feira (20) e a sentença foi pronunciada na madrugada desta quinta-feira (22). Ele foi condenado por homicídio por asfixia, feminicídio e ocultação de cadáver.

Durante a sessão, o engenheiro Mário Marcelo dos Santos Santoro assumiu, pela primeira vez, o crime, confessando ter apertado o pescoço de Cecília. Ele também pediu perdão à família.

"Infelizmente, apertei muito forte. Ela caiu em segundos [...] Nunca tive a intenção de fazer isso", disse ele ao ser questionado pelo juiz.

De acordo com as investigações, o engenheiro matou Cecília por esganamento e jogou o corpo dela em um rio em Sidney, na Austrália, onde a vítima morava.

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O réu é acusado pelo MPF (Ministério Público Federal) de homicídio qualificado — em razão de a vítima ser do sexo feminino —, por motivo torpe. Segundo a polícia, ele não aceitava o fim do relacionamento.

O corpo de Cecília foi encontrado no rio Lane Cove, no dia 29 de abril de 2018. O ex-companheiro dela também responde pela ocultação do cadáver.

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