São Paulo Caso Lucilene: polícia faz buscas com cães em área de mata

Caso Lucilene: polícia faz buscas com cães em área de mata

Polícia identificou que o celular de um dos principais suspeitos apontou que ele esteve no local, uma área de mata, no dia do desaparecimento

Caso Lucilene: Polícia usa cães farejadores para buscar corpo em mata

Um cão farejador auxiliou a polícia nas buscas pelo paradeiro da mulher

Um cão farejador auxiliou a polícia nas buscas pelo paradeiro da mulher

Reprodução/RecordTV

Equipes da Polícia Militar fizeram buscas nesta quinta-feira (13) com a ajuda de um cão farejador em uma área de mata em Porto Ferreira, distante 232 km da capital paulista, na tentativa de encontrar Lucilene Maria Ferrari, que está desaparecida desde 24 de dezembro do ano passado.

Segundo o Cidade Alerta, da Record TV, a área foi delimitada após a investigação apontar que Vanderlei, que é apontado como o principal suspeito do desaparecimento de Lucilene, teria ido ao local, um trecho de mata e de díficil acesso, por duas vezes, por volta de 1h40 da manhã do dia do desaparecimento e voltado ao local no dia 30 de dezembro.

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A polícia aumentou a suspeita de que o corpo da mulher esteja naquela região, pois o homem omitiu da polícia que teria ido até aquele local, mesmo quando reconstruiu seus passos no dia do desaparecimento de Lucilene.

Apesar das suspeitas, Vanderlei, ao lado de seu advogado, afirmou em entrevista a RecordTV nega que tenha envolvimento no sumiço da empresária e que tenha omitido informações da polícia.

Lucilene está desaparecida desde 24 de dezembro

Lucilene está desaparecida desde 24 de dezembro

Reprodução/Record TV

O caso

Lucilene Maria Ferrari está desaparecida desde o dia 24 de dezembro quando, de acordo com seu sócio, saiu de casa para celebrar o Natal na casa da irmã em Descalvado, uma cidade vizinha. A polícia ainda não tem pistas do paradeiro da mulher, que estava apenas com a roupa do corpo e R$1.550 no bolso.

O sócio de Lucilene foi quem registrou seu desaparecimento, no dia 27 de dezembro, na Delegacia de Porto Ferreira. Na época, ele contou ao R7 que Lucilene foi vista nas imediações da rodoviária da cidade. Porém, Lucilene não apareceu em Descalvado e não entrou em contato com nenhum familiar ou amigo desde então. Ela deixou dois celulares em casa.

A família da vítima acredita que o suspeito traía Lucilene e que, ao descobrir, a vítima teria seguido o sócio e possível companheito. Os familiarem afirmam que outras testemunhas presenciaram uma briga entre os dois no local por volta das 19h do dia do desaparecimento.

Um hóspede, que preferiu não ser identificado, conta que ficou no hotel por quatro dias a partir da madrugada do dia 25 e que, durante sua estadia, notou um comportamento estranho do sócio. Ele afirma ter visto o homem lavando o quintal dos fundos da casa por pelo menos duas vezes no período.

Esse hóspede era um dos álibis do suspeito, que afirmou estar no hotel por volta das 19h do dia 24, esperando a chegada do homem e que o combinado era realizar o check-in às 21h. Porém, o hóspede contou que, na verdade, havia marcado para chegar na madrugada no dia 25.