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Cracolândia: Polícia prende mais seis suspeitos ligados ao tráfico de drogas

No sábado (22), Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSPSP) informou que já haviam sido presas 18 pessoas na região

São Paulo|Do R7


Com novas prisões, 18 pessoas foram detidas na região da Cracolândia desde 22 de julho
Com novas prisões, 18 pessoas foram detidas na região da Cracolândia desde 22 de julho

A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quarta-feira (26) seis novas pessoas por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas na região da Cracolândia, no centro da capital paulista. De acordo com a polícia, um deles é suspeito de ser o maior fornecedor de crack da área.

No sábado (22), a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSPSP) informou que já haviam sido presas 18 pessoas na Cracolândia — 16 delas envolvidas diretamente com o tráfico — após uma operação especial de cercamento e revista na região.

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De acordo com o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite (PL), em coletiva de imprensa na segunda-feira (24), a polícia tem agido para identificar e prender os traficantes que atuam na Cracolândia. Ao todo, 36 suspeitos foram identificados e, com as seis novas prisões, 22 deles já foram capturados.

As medidas têm sido tomadas depois de uma escalada de tensão na Cracolândia nas últimas semanas, com depredação de ônibus e veículos, incêndio e obstrução de ruas por parte de usuários de drogas.

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No Twitter da Polícia Civil, Derrite definiu a operação e as novas prisões como "um trabalho espetacular que vai desarticular o crime organizado que abastece de drogas a região da Cracolândia".

Também na segunda-feira, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que as operações de combate ao tráfico de drogas no centro da capital paulista "serão diárias" e que outros traficantes "continuarão sendo presos".

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Dias antes, o governador chegou a defender a transferência dos dependentes químicos para a região do Bom Retiro, também no centro de São Paulo, mas recuou após ter sido alvo de uma série de críticas e protestos dos moradores e comerciantes do bairro.

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