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Incêndios em SP: Governo estadual envia ajuda humanitária a desabrigados pelo fogo

Último boletim informa que há 21 cidades do interior paulista que enfrentam focos ativos de incêndio

São Paulo|Do Estadão Conteúdo

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Fumaça das queimadas escureceu Ribeirão Preto Guilherme Veiga/Estadão Conteúdo - 24.08.2024

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) informou que o estado envia ajuda humanitária para desabrigados por causa dos incêndios. “Elas estão em abrigos. Estamos mandando colchões, água, kit de higiene e cestas básicas. Depois, vamos entrar na questão habitação”, afirmou neste domingo (25) em coletiva de imprensa que ocorreu em Ribeirão Preto, uma das cidades mais afetadas.

O governador, porém, não informou quantas pessoas estão desabrigados ou quantas casas foram danificadas pela onda de incêndios que atinge o interior de São Paulo. De acordo com o último boletim, publicado às 10h41, há 21 cidades que enfrentam focos ativos de incêndio. Ao todo, são 46 municípios em alerta máximo para queimadas (veja as listas abaixo).

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O número de focos de incêndio registrados em agosto no estado de São Paulo é o maior para qualquer mês nas cidades paulistas desde 1998, quando os registros começaram a ser computados pelo Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O governador iniciou a coletiva com agradecimentos ao governo federal, que enviou aviões, por meio do Ministério da Defesa, para ajudar no combate ao fogo. “Hoje, teremos helicópteros do Exército e da Marinha, e o KC (390) da Força Aérea, que vai ser decisivo pela capacidade que tem de transportar uma grande quantidade de água”, informou.

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“Estamos bastante otimistas que vamos conseguir extinguir os fogos, porque há esforço concentrado muito grande”, disse.

SAÚDE

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Tarcísio informou que, durante a manhã, houve uma reunião entre a Secretaria Estadual de Saúde, as secretarias municipais e o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), com orientações sobre como será oferecido tratamento à população que enfrenta problemas respiratórios. A ideia foi definir quais casos serão atendidos nos pronto-atendimentos, emergências e hospitais.

“Cada secretária de saúde está recebendo um link para o teleatendimento com pediatra e pneumologista, que vão estar à disposição o tempo todo”, informou.

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