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Polícia divulga retrato falado de suspeito de matar garota durante festa em escola

Vítima foi morta com 42 facadas durante a formatura do ensino médio, em Petrolina

Bahia|Do R7 com Record Bahia

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Suspeito é moreno, com altura entre 1,65 m e 1, 70 m, e pesa 70kg
Suspeito é moreno, com altura entre 1,65 m e 1, 70 m, e pesa 70kg

Nesta segunda-feira (22), a Polícia Civil da Bahia divulgou o retrato falado do suspeito de assassinar a menina Beatriz Angélica Mota, de apenas 7 anos. Segundo o desenho, o suspeito é moreno, com altura entre 165m e 170 m, e pesa 70kg.

A vítima foi morta com 42 facadas durante a festa de formatura do ensino médio do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, Pernambuco. O copo dela foi achado no depósito da instituição de ensino. A menina morava com a família em Juazeiro, no norte da Bahia.


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O evento tinha mais de 2,500 pessoas, entre alunos, pais, funcionários e convidados. A irmã da vítima estava entre os formandos. O suspeito teria sido visto por três testemunhas, entre elas a mãe da garota.

A polícia apura a motivação do crime, mas segue sem divulgar detalhes, para não atrapalhar a investigação do assassinato. A suspeita que o homicídio tensa sido cometido por vingança, pois o pai da menina é professor e teria reprovado alguns estudantes.


O homem apontado como suspeito ainda não foi reconhecido por ninguém próximo a Beatriz. A polícia científica já realizou mais de 50 perícias do caso e descartou qualquer indício de violência sexual. Outras perícias ainda devem ser solicitadas, pois a investigação ainda está em curso.

A polícia já ouviu mais de 80 pessoas, entre testemunhas e investigados. A falta de câmeras de segurança no ginásio onde era realizada a festa atrapalha a investigação. Com as dificuldades, a polícia dobrou a recompensa oferecida e agora pagará R$ 10 mil para quem repassar informações que levem ao paradeiro criminoso.

Apesar do esforça da Polícia Civil, a família da menina pediu que o caso contasse com apoio da Polícia Federal. Na semana passada, durante visita da presidente Dilma Rousseff a Petrolina, o pai da menina foi recebido pela presidente. Ele teria solicitado a federalização do caso, mas inda não foi autorizada.

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