“Se a conta existe, cadê ela? Cadê o número?”, questionou Marcelo Nobre, advogado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), durante sua fala na sessão que deve votar a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). — São matérias jornalísticas que estão aqui a servir de prova inconteste que teria o meu cliente. A prova é material. Cadê a conta? Cadê o número? Ele afirmou que, na sessão que julga Cunha, há uma “guilhotina posta”. Nobre também questionou o fato de o relator Marcos Rogério (DEM-RO) fazer parte do bloco partidário de Cunha. — O relator mudou de partido. Foi opção dele. [...] Ele preferiu mudar para um partido que faz parte do bloco do meu cliente. A partir desse momento, ele ficou impedido. Ele usou a regimento para questionar se Marcos Rogério (DEM-RO) seria considerado um relator isento caso tivesse inocentado Cunha. — Só é relator se condenar? Isso é uma loucura. Ele pediu para que os deputados não cassem, em um "processo sem provas" um "mandato popular".Leia mais notícias de Brasil