Brasil

21/11/2012 às 19h19 (Atualizado em 21/11/2012 às 19h27)

Ex-diretor de marketing do Banco do Brasil pega quase 13 anos de prisão

Henrique Pizzolato é culpado por corrupção, peculato e lavagem

Carolina Martins, do R7, em Brasília

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) definiram nesta quarta-feira (21) durante a 47ª sessão do mensalão, a pena de 12 anos e sete meses de cadeia para o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato.

 

O plenário definiu uma punição de três anos e nove meses de prisão pelo delito de corrupção passiva; cinco anos e dez meses por peculato, crime que ocorre quando um servidor público se aproveita de seu cargo para desviar recursos; e três anos por lavagem de dinheiro.

A maioria dos ministros seguiu os votos do relator do processo, Joaquim Barbosa, na definição da pena de todos os crimes. Para o crime de lavagem de dinheiro, até o ministro revisor, Ricardo Lewandowski, readequou o voto para acompanhar Barbosa.

— Eu tinha chegado a três anos e oito meses de reclusão, mas reformulo porque entendo tal como Vossa Excelência. Na questão da lavagem, vou me permitir uma segunda reflexão sobre ela. Por enquanto, me adequou a solução dada por Vossa Excelência.

Seis penas definidas

Durante a 47ª sessão do julgamento do mensalão, os ministros do STF concluíram a definição das penas de seis condenados. Com isso, chega a 16 o número de punições fixadas.

O plenário ainda precisa definir o tempo de prisão para nove condenados. Desses, oito são deputados ou ex-parlamentares. A exceção é Emerson Palmieri, que era tesoureiro informal do PTB.

A expectativa é que, se Joaquim Barbosa conseguir manter o mesmo ritmo de sua primeira sessão na presidência, o mensalão seja concluído ainda este ano.

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