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Ex-presidente da Petrobras diz que crise na estatal é campanha da oposição

José Sergio Gabrielli afirmou também que refinaria de Pasadena voltou a ser lucrativa em 2014

Brasil|Kamilla Dourado, do R7, em Brasília

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José Sergio Gabrielli admitiu que crise tornou refinaria nos EUA mau negócio, mas Pasadena voltou a ser lucrativa em 2014
José Sergio Gabrielli admitiu que crise tornou refinaria nos EUA mau negócio, mas Pasadena voltou a ser lucrativa em 2014

O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli disse, nesta terça-feira (20), na CPI da Petrobras no Senado que não há crise na Petrobras. Gabrielli, que foi presidente da estatal entre 2005 e 2011, falou sobre os detalhes da compra da Refinaria Pasadena, no Texas, e sobre o desempenho da estatal.

O ex-presidente da estatal afirmou que a Petrobras produz mais 2 mil barris de refino por dia, tem a maior estrutura de tecnologia em águas profundas, é terceira maior produtora de etanol e a empresa que mais tem potencial de crescimento no País. Ele usou os números para dizer que a empresa não está em crise.


— Essa empresa não pode ser considerada uma empresa em crise, mal gerida, que está à beira da falência. Isso é campanha da oposição, isso é campanha política.

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Gabrielli informou os senadores também que a refinaria de Pasadena se tornou um bom negócio em 2014, já que voltou a ser lucrativa. Segundo o ex-dirigente da estatal, depois de momentos de crise, a indústria nos Estados Unidos retomou o fôlego.

— Ela [refinaria] era bom negócio [na época da compra]. Em 2008, se torna mau negócio, reflexo da crise financeira internacional, reflexo de novas descobertas no setor e passa por situação de dificuldade de 2008 a 2012. Em 2013, se recupera e, em 2014, volta a ser lucrativa.


Gabrielli citou como exemplo do recente sucesso da empresa os prêmios recebidos na última semana. Pasadena recebeu dois prêmios por bons resultados em termos de segurança operacional durante a Conferência Anual da Associação Americana de Fabricantes de Combustíveis e Petroquímicos (AFMP, na sigla em inglês).

A CPI da Petrobras exclusiva do Senado é composta por 13 titulares e tem até seis meses para apresentar relatório.

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