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Paciente persegue psicóloga e é preso pela Polícia Civil do DF

Homem de 61 anos foi detido ao achar que encontraria com a vítima. Policiais o esperavam no local marcado

Brasília|Jéssica Moura, do R7, em Brasília

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Homem passou a assediar terapeuta com mensagens em diferentes perfis em redes sociais, trocou chips de celular e mandou cartas
Homem passou a assediar terapeuta com mensagens em diferentes perfis em redes sociais, trocou chips de celular e mandou cartas

Um homem de 61 anos foi preso em flagrante pelo crime de perseguição contra uma psicóloga. A prisão foi realizada pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) na quinta-feira (16). Segundo os investigadores, ele se apaixonou pela terapeuta depois de um acompanhamento, iniciado no fim do ano passado. Ao perceber a situação, a profissional encerrou o acompanhamento em julho e encaminhou o paciente para outro psicólogo. O homem, no entanto, passou a perseguir a vítima, que tem 30 anos.

As investidas começaram com uma enxurrada de mensagens nas redes sociais. Diante disso, a psicóloga o bloqueou em todos os perfis. O suspeito, então, criou perfis falsos e voltou a assediá-la. Outra estratégia usada por ele foi comprar chips diferentes de celular para continuar a importunação. 


Depois disso, o homem foi ao consultório dela em várias ocasiões, deixando cartas para a vítima. “O maior fracassado não é aquele que fracassa a primeira vez, e sim aquele que não tenta a segunda”, diziam as mensagens.

Na última correspondência, entregue na semana passada no consultório dela, ele dizia que falaria com ela de qualquer jeito. A data marcada por ele para o encontro seria nessa quinta (16). Ao chegar ao local, eram os policiais civis que esperavam para prendê-lo.

Ele vai responder pelo crime de perseguição, previsto no Código Penal. A pena para os condenados nesses casos é de seis meses a dois anos de prisão, além do pagamento de multa. Mas a punição pode ser aumentada quando o crime é cometido contra mulheres por conta do gênero.

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