Apenas 30% dos ônibus circulam em Porto Alegre por conta da greve
Trabalhadores pedem reajuste de 14% e aumento de R$ 4 reais no vale alimentação
Cidades|Do R7, com Rede Record

Com a greve dos rodoviários que começou na segunda-feira (27), os moradores de Porto Alegre (RS) enfrentam o segundo dia de paralisação na capital. Nesta terça-feira (28), apenas 30% da frota circula. A Prefeitura entrou com uma ação judicial do Tribunal Regional do Trabalho para pedir o aumento da frota mínima.
Os trabalhadores pedem reajuste de 14% nos salários e aumento de R$ 4 reais no vale alimentação, além de uma jornada segurada de 36 horas e a manutenção do plano de saúde sem custos adicionais.
A paralisação foi decidida por unanimidade neste sábado (25) em assembleia com cerca de 600 rodoviários. Para minimizar os impactos da greve, a EPTC disponibilizou 250 agentes de trânsito para atuar nas principais vias e garagens das empresas de ônibus. O atendimento das linhas de lotação foi ampliado, com a permissão para que passageiros sejam transportados em pé. Os tempos dos semáforos também foram alterados nos principais eixos para dar uma maior agilidade ao transporte coletivo.
O prefeito em exercício, Sebastião Melo, é contra a paralisação.
— Respeitamos o direito dos trabalhadores à greve, dentro da discussão salarial com seus empregadores. Mas nosso dever é garantir a manutenção de um serviço essencial à população como o transporte coletivo.















