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Caso Tayná: sem assassino identificado, polícia estende conclusão de inquérito

Corpo da adolescente foi exumado na quarta-feira; 12 continuam presos

Cidades|Do R7, com Rede Record

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Tayná foi encontrada morta próxima a um parque de diversões
Tayná foi encontrada morta próxima a um parque de diversões

A Polícia Civil do Paraná ainda não conseguiu identificar o suspeito da morte da adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, assassinada no final de junho. O inquérito que investiga o crime teria que ser concluído no dia 14 de setembro, mas a polícia informou que deve pedir a prorrogação da data pela segunda vez.

O Instituto de Criminalística exumou na tarde desta quarta-feira (28) o corpo de Tayná após pedido do Ministério Público. Um pedido da família para o procedimento chegou a ser negado, mas a Justiça informou que foi por conta de existirem dois processos iguais.


O caso, que sofreu uma reviravolta após denúncias de torturas policiais para que quatro jovens confessassem o crime, e que resultou no afastamento de 16 policiais. Os suspeitos foram soltos após a divulgação de um exame que comprovou que o sêmen encontrado no corpo de Tayná não pertencia a nenhum deles.

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Doze militares, incluindo um delegado, continuam presos. Mais de 60 novos exames de DNA já foram feitos e, segundo a polícia, todos deram negativo. A exumação deve apontar novos rumos para o caso.

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