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Família acusada de matar turista alemã em Pernambuco começa a ser julgada

O homem que seria o autor da execução vai ser julgado em 2013

Cidades|Do R7

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Após dois adiamentos, começou por volta das 9h30 desta

segunda-feira (10), no Fórum de São Lourenço da Mata (PE), o julgamento de quatro dos cinco acusados de envolvimento no assassinato da turista alemã naturalizada italiana Jennifer Marion Kloker, em fevereiro de 2010. O vigilante Alexsandro Neves, que segundo a acusação foi o autor da execução, deveria participar, mas o advogado que o defende ficou doente e o julgamento dele foi marcado para 27 de fevereiro. O júri é composto por seis mulheres e um homem. A sentença deve sair até quinta-feira (13).


No banco dos réus permaneceram o viúvo de Jennifer, Pablo Tonelli, o pai adotivo dele Ferdinando Tonelli, a mãe, Delma Freire de Medeiros, e o irmão dela, Dinarte de Medeiros. Eles são acusados de homicídio duplamente qualificado, formação de quadrilha e fraude processual. Na versão da acusação, o crime foi motivado por um seguro de vida de cerca de Jennifer de cerca de R$ 1,2 milhão, que beneficiaria os Tonelli e Delma.

Na noite de 16 de fevereiro de 2010, Jennifer viajava de carro pela BR-408 com o marido Pablo, com o filho do casal e com os sogros, Delma e Ferdinando. Em certo trecho da viagem, o carro foi abordado por dois homens, que levaram a alemã. O corpo dela foi achado na manhã seguinte, na altura do km 97 da rodovia, com três tiros de revólver calibre 38.


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No começo das investigações, a família chegou a dizer que havia sido alvo de um latrocínio. Mas, para a promotoria, os dois homens eram Dinarte e Alexsandro. Delma é acusada de ser a mentora intelectual do crime e também é a única que não confessou. Mas, um bilhete que ela fez ao filho, em que pedia para que ele a declarasse inocente, levou à denúncia dela.


Dinarte é o único que não teve a prisão pedida pela acusação. Ele teria comprado a arma do crime e intermediado o negócio entre Alexsandro e Delma.

Os advogados dos réus disseram que vão pedir à juíza Marinês Marques Viana mais tempo para a apresentação da defesa durante o júri. Como o tempo total é dividido entre os acusados, eles acreditam que não seja o suficiente para apresentar a versão deles. 

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