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Menina de 11 anos é baleada na cabeça ao defender o pai durante uma briga em Goiás

Criança foi atingida após uma discussão entre o pai e um comerciante; o estado dela é grave

Do R7, com Balanço Geral

Criança é baleada durante briga entre pai e comerciante em Goiás
Criança é baleada durante briga entre pai e comerciante em Goiás Reprodução/Rede Record

Uma menina de 11 anos foi baleada na cabeça ao tentar defender o pai em Goiás. Ela está internada em estado grave no hospital. A criança foi atingida após uma discussão entre o pai e um comerciante. O crime aconteceu na cidade de Aparecida de Goiânia.

Tudo foi flagrado pelas imagens de circuito interno de segurança de uma pizzaria. O vídeo mostra o momento que o pai da menina entra no estabelecimento. Na câmera de dentro, é possivel ver a discusão entre o serralheiro e o dono do local que saca uma arma.

A filha mais velha, uma adolescente, de 14 anos, chega e procura pelo pai. Ela percebe que o comerciante está armado e pede ajuda para um desconhecido. A filha mais nova também chega na pizzaria.

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Ela entra na frente do serralheiro e chega a abrir os braços. Ela tenta convencer o pai a ir embora. São cerca de dois minutos de bate-boca entre os dois homens. A filha mais nova sai de perto do pai.

Em seguida, o comerciante começa a disparar contra o serralheiro e a filha adolescente, mas não acerta. Os dois tentam fugir. A criança retorna para buscar o pai e é ferida com um tiro na cabeça. O comerciante volta correndo e foge em um carro. Ele não tem passagem pela polícia.

A menina cursa o 5º ano do ensino fundamental. Ela continua internada em estado gravíssimo no Hospital de Urgências de Goiânia. Um dos tiros acertou o teclado do computador de uma farmácia em frente.

Depois de fugir do local do crime, o dono da pizzaria se apresentou espontaneamente em uma delegacia da cidade. Como não era mais flagrante, ele só foi ouvido e liberado. No depoimento, o comerciante disse que atirou em legítima defesa. Ele disse que achava que o pai da menina estava armado, versão que não convence a polícia como conta a delegada Marcela Cordeiro.

— Ele sempre com a arma em punho e, quando vai atirar, ele mira na altura da cabeça das vítimas. Então dizer que ele não quer atingir e, pela distância que eles estavam, é um pouco impossível falar que ele não queria atingir alguém.

Assista ao vídeo:

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