Pai que matou o filho não aceitava participação do jovem em movimentos estudantis, diz polícia
Após atirar em Guilherme da Silva Neto, de 20 anos, pai se matou abraçado ao filho
Cidades|Do R7, com Rede Record

O engenheiro Alexandre José da Silva Neto, de 60 anos, que matou o filho após uma discussão e se matou na sequência, era contra a atuação do jovem em movimentos sociais, de acordo com o delegado Hellyngton Carvalho.
— O pai vivia em conflito por não aceitar o modo de vida dele, que participada de movimento sociais e movimentos estudantis.
De acordo com a polícia, a mãe de Guilherme da Silva Neto, de 20 anos, relatou que os dois brigaram no dia do crime porque o filho disse que iria até a Universidade Federal de Goiânia, onde estudantes ocupam o prédio da reitoria, mas o pai não deixou. Quando Guilherme saiu de casa, o pai foi atrás e disparou no jovem. Segundo a polícia, ele conseguiu correr por cerca de um quarteirão, mas foi alcançado pelo pai, que estava de carro. Após matar o filho, o engenheiro abraçou Guilherme e disparou contra a própria cabeça. O crime foi filmado por moradores da região.
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Um dos casos que chocou a sociedade é de Suzane Richthofen, que planejou a morte dos próprios pais com os irmãos Daniel e Christian Cravinhos. As vítimas foram mortas a pauladas, enquanto dormiam, em 31 de outubro de 2002. Na época, Suzane era namorada...
Um dos casos que chocou a sociedade é de Suzane Richthofen, que planejou a morte dos próprios pais com os irmãos Daniel e Christian Cravinhos. As vítimas foram mortas a pauladas, enquanto dormiam, em 31 de outubro de 2002. Na época, Suzane era namorada de Daniel. Suzane e os irmãos Cravinhos foram condenados a 39 anos de reclusão, mais seis meses de detenção





















