Cidades

5/7/2013 às 21h21

Suspeito preso diz que polícia foi chamada mais de 1 hora antes de árbitro ser morto e decapitado

Antes de ser morto, homem deu facadas e assassinou jogador

Do R7

O homem preso suspeito de participação na morte e no esquartejamento do árbitro Otávio Jordão da Silva, de 20 anos, na cidade de Pio XII, no Estado do Maranhão, disse que os populares chamaram a polícia antes de matar o homem. O caso aconteceu no último domingo (30). Os suspeitos esquartejaram o corpo do árbitro e colocaram sua cabeça em uma estaca.

O preso, Luiz Moraes de Souza, 27 anos, confessou ter agredido Jordão da Silva, mas negou que tenha assassinado o homem. A polícia está procurando mais duas pessoas, que teriam matado o homem.

— A população se reuniu, pegaram ele, ai amarraram. Esperamos a polícia mais de uma hora e meia, ligamos lá, ninguém apareceu. Ai lincharam ele [sic].

O crime aconteceu durante uma partida de futebol. Segundo a polícia da cidade, o jogador de um dos times, Josenir dos Santos Abreu, de 30 anos, se irritou por ter sido expulso e desferiu pontapés no árbitro.

Após ter sido agredido, Jordão da Silva teria retirado uma faca da cintura e a lançou contra o peito de Josenir, que não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.

Fotos: parentes se revoltam com crueldade da morte

Revoltados, alguns populares que assistiam à partida partiram para cima do árbitro. Ele foi amarrado, agredido, apedrejado e depois esquartejado. A cabeça do juiz foi pendurada em uma estaca.

Em nota, o delegado regional de Santa Inês, Valter Costa, que cuida do caso, afirmou que usou de vídeos gravados por celulares de testemunhas para identificar os criminosos. 

— Um crime nunca vai justificar o outro. Ações como essa não colaboram com a legalidade de um estado de direito.

Assista ao vídeo:

 

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