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Vigilantes encerram greve em Curitiba

De acordo com federação dos bancos, agências reabrem nesta quinta-feira (7)

Cidades|Do R7

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A greve dos vigilantes de Curitiba e região metropolitana foi encerrada após a assembleia dos trabalhadores da categoria na tarde desta quarta-feira (6), de acordo com o Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região. A paralisação termina após seu sexto dia.

Na assembleia, a categoria decidiu voltar aos postos depois do pedido de dissídio coletivo feito na Procuradoria Regional do Trabalho para resolver o impasse com os patrões.


Uma audiência de conciliação está marcada para esta quinta-feira (7), no Tribunal Regional do Trabalho de Curitiba, ainda sem horário definido. Com isso, os vigilantes voltam ao trabalho a partir de amanhã.

De acordo com a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), os bancos também voltam a funcionar.


A paralisação que começou na sexta-feira (1º) foi mantida depois da primeira reunião entre vigilantes e patrões, na terça-feira (5), na qual as partes não chegaram a um acordo.

No período, o setor bancário foi afetado, uma vez que as agências abertas durante a greve estariam sob responsabilidade do gerente do estabelecimento sem segurança.


O setor de transportes também sentiu os efeitos da paralisação, já que o Detran/PR (Departamento de Trânsito do Paraná) cancelou o curso das três turmas que iniciariam a reciclagem para condutores infratores em Curitiba na segunda-feira (2).

A medida foi tomada para manter a segurança dos usuários, uma vez que há caixas eletrônicos nos locais onde os cursos são ministrados, segundo o departamento de trânsito.


Exigências

A categoria reivindica aumento de salário real acima do ajuste inflacionário com base em 2012, de 6,37%. Além disso, eles não estão de acordo com a proposta dos patrões sobre a correção inflacionária feita em pagamento em mais de uma parcela.

Quanto ao projeto de lei que define a presença de vigia 24 horas nas agências, a categoria pede um aumento referente ao adicional de periculosidade (pagamento do risco à integridade do profissional). Eles pedem ainda acréscimo de R$ 20 no vale-refeição.

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