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Dólar despenca e Ibovespa sobe com recessão técnica nos EUA

Moeda norte-americana atingiu o menor valor ante o real desde 21 de junho, e fechou em R$ 5,16

Economia|Do R7

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O dólar opera em baixa, acompanhando a tendência da moeda norte-americana no exterior
O dólar opera em baixa, acompanhando a tendência da moeda norte-americana no exterior

O Ibovespa fechou em alta pelo segundo pregão seguido nesta quinta-feira (28), puxado principalmente por Petrobras, que avançou mais de 3% após anunciar pagamento trimestral recorde de dividendos.

Uma bateria de resultados corporativos também repercutiu nos negócios, entre eles os números de Ambev, Santander Brasil e Suzano. A agenda de balanços ainda reserva nesta quinta-feira os números de Petrobras e Vale.


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Índice de referência no mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 1,11%, a 102.562 pontos, de acordo com dados preliminares.

Wall Street foi outro componente favorável para a nova máxima em mais de um mês do Ibovespa, uma vez que o S&P 500 fechou em alta de mais de 1%.


Dólar

Os vendedores de dólar dominaram o mercado de câmbio nesta quinta-feira e empurraram a moeda a uma queda superior a 1%, no quarto pregão consecutivo de perdas que terminou com a cotação no menor valor em um mês, em meio à continuidade do desmonte de posições pró-dólar um dia depois de o Fed (Banco Central Americano) sinalizar abrandamento na alta dos juros.

A surpreendente retração da economia norte-americana no segundo trimestre --que por uma definição comum deixaria os Estados Unidos em recessão técnica-- pesou sobre o dólar em todo o mundo, uma vez que reforçou cenários de que os juros nos EUA podem não subir tanto, o que tiraria apelo da divisa norte-americana.


O dólar à vista caiu 1,66%, a R$ 5,16, menor valor para um encerramento desde 21 de junho. O real revezou com o iene japonês o posto de divisa com melhor performance global nesta sessão.

Em quatro sessões, o dólar recuou 6,10%, maior desvalorização para o período desde novembro de 2020. As baixas consecutivas empurraram a cotação para queda de 1,32% no cômputo de julho. Na sexta-feira passada, o acumulado do mês era de alta de 5,09%.

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