Juiz dos EUA ordena Argentina a repor banco de Nova York como agente fiduciário
Essa condição foi imposta para que o magistrado reverta o desacato declarado no último dia 29
Economia|Do R7

O juiz americano Thomas Griesa, que instrui o caso entre a Argentina e os fundos especulativos, instou o país sul-americano a repor o Bank of New York Mellon (BoNY) como agente fiduciário no pagamento dos bônus de dívida como condição para reverter o desacato declarado na segunda-feira passada.
Em uma ordem assinada na semana passada e divulgada hoje, o magistrado ordenou a República Argentina a dar marcha à ré em sua decisão de transformar a entidade estatal Nación Fideicomiso no novo agente fiduciário para escapar da lei americana.
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Esta manobra foi realizada pelo governo argentino como alternativa de cobrança para os credores de dívida reestruturada, já que Griesa bloqueou o primeiro pagamento dos juros destes bônus no dia 26 de junho, entre eles US$ 534 milhões aplicados no BoNY.
A presidente do país, Cristina Kirchner, promulgou no dia 11 de setembro a lei aprovada pelo Congresso que habilita o pagamento local de dívida emitida sob legislação estrangeira e que permite esquivar o bloqueio judicial imposto por Griesa, por meio de bancos em Buenos Aires e Paris.
No dia 24 de setembro foi assinado o novo contrato de fideicomisso que eliminou o Bank of New York Mellon como agente encarregado de intermediar entre o Estado argentino e os credores de dívida pública, algo que Griesa considerou na segunda-feira passada uma "mudança ilegal", que usou como argumento para declarar o país em desacato.
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