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Número de desempregados no mundo supera 200 milhões de pessoas

Dados fazem parte de relatório da Organização Internacional do Trabalho

Economia|Do R7

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Taxa de desemprego mundial chegou a 6% em 2013
Taxa de desemprego mundial chegou a 6% em 2013

O número de desempregados em nível global aumentou 5 milhões em 2013 e chegou a quase 202 milhões de pessoas, segundo relatório Tendências Mundiais de Emprego 2014 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) divulgado nesta segunda-feira (20).

As expectativas em relação ao futuro também não são animadoras. Segundo o estudo, o número de desempregados irá atingir 215 milhões em 2018. Durante este período (2014-2018), serão criados 40 milhões novos postos por ano. Porém o número de pessoas que devem ingressar no mercado de trabalho é de 42,6 milhões anualmente, ou seja, terão mais profissionais do que vagas nestes quatro anos. 


De acordo com o relatório, serão criados 200 milhões de empregos adicionais em 2018. Mas as oportunidades estão crescendo em um ritmo mais lento do que a força de trabalho. 

De acordo com o órgão, a fraca recuperação da economia mundial não foi capaz de conduzir uma melhoria no mercado de trabalho. O Sul da Ásia, que compreende países como Índia, Paquistão e Sri Lanka, é onde está a maior parte dos empregados que ganham até US$ 2 por dia (cerca de R$ 4,66), 387,8 milhões. Todos apresentam baixíssima renda per capita, com altos níveis de pobreza e subnutrição.


O número é três vezes maior ao encontrado na Europa Oriental (111,6 milhões) formada por países como Grécia, Finlândia, Croácia e Bulgária. Confira todos os números na tabela abaixo.

O desemprego continua aumentando, principalmente entre os mais jovens. Cerca de 74,5 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estão atualmente desempregadas, o que representa 13,1%.


A taxa de desemprego mundial chegou a 6% e a previsão é que o número de pessoas em busca de trabalho aumente em mais de 13 milhões até 2018. Em compensação, o número de desempregados na América Latina não chega a 50 mil.

Segundo o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, é preciso repensar as políticas e intensificar os esforços para acelerar a geração de empregos.

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