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Greve dos funcionários das universidades federais dura mais de dois meses 

Segundo sindicato, 15% dos mais de 180 mil trabalhadores estão parados

Educação|Do R7

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Esta semana, a Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativo em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil) decidiu manter a greve que já dura mais de 70 dias — iniciada no dia 17 de março. O sindicato diz ainda que e vai intensificar a pressão para que suas pautas sejam atendidas, e que aproximadamente 15% dos mais de 180 mil trabalhadores estão parados.

Dentre as principais reivindicações dos grevistas estão o aprimoramento da carreira, turnos contínuos com jornada de trabalho de 30h sem redução de salário, visando manter a Universidade aberta em três turnos e ampliação das creches universitárias. O Governo federal recebeu, na semana passada, representantes da Fasubra para tentar uma negociação, porém não houve acordo.


Deputados querem mediar negociações entre governo e servidores universitários em greve

Segundo o secretário de relações de trabalho, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Sérgio Mendonça, “não há margem orçamentária para apresentar uma proposta financeira que impacte de forma significativa no funcionalismo”.

O coordenador geral da Fasubra, João Paulo, comenta que “a perspectiva é aumentarmos [a greve] e a tendência agora é radicalizar mais o movimento. Fechar reitorias, vias públicas, participar de grandes eventos, para sensibilizar a sociedade”. 

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