Boko Haram ameaça bombardear igrejas e matar cristãos na África
Novo líder do grupo terrorista foi anunciado e disse que deve parar de atacar mesquitas
Internacional|Do R7, com agências internacionais

Militantes do Boko Haram anunciaram que o grupo tem um novo líder, identificado como Abu Musab al Barnawi pelo jornal do Estado Islâmico Al Nabaa. Ainda segundo a publicação, ele teria ameaçado bombardear igrejas e matar cristãos, acabando com os ataques contra mesquitas e mercados usados por muçulmanos.
Barnawi diz ainda que há um complô ocidental para cristianizar a região chamada pelo grupo de Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP, na sigla em inglês), que engloba a Nigéria e alguns países vizinhos, e acusou instituições de usarem caridade para este fim.
Soldados nigerianos libertam 5 mil reféns do Boko Haram
Segunda menina sequestrada pelo Boko Haram é resgatada na Nigéria, segundo Exército
O texto não diz o que aconteceu a Abubakar Shekau, líder anterior do grupo, mas há rumores de que ele tenha sido substituído.
No ano passado, o Boko Haram jurou lealdade ao grupo terrorista EI (Estado Islâmico).
“Nós anunciamos nossa fidelidade ao califa... e iremos ouvi-lo e obedecê-lo em tempos de dificuldade e prosperidade”, dizia a tradução para o inglês de um vídeo divulgado em árabe que supostamente é do grupo militante nigeriano.
A promessa foi atribuída ao então líder, Shekau.
O Boko Haram vem travando uma campanha militar há seis anos para criar um Estado islâmico no norte da Nigéria. Milhares de pessoas já foram mortas ou sequestradas pelo grupo, incluindo um grupo de estudantes levadas de uma escola na cidade de Chibok.
Desde a saída de Israel do Líbano, em maio de 2000, os ataques contra civis cessaram. O único episódio de maior violência foi registrado em 2006, quando o Hezbollah entrou em conflito com o Exército israelense na região da fronteira
Desde a saída de Israel do Líbano, em maio de 2000, os ataques contra civis cessaram. O único episódio de maior violência foi registrado em 2006, quando o Hezbollah entrou em conflito com o Exército israelense na região da fronteira



































































