Dois russos navegam até o Alasca em busca de asilo político nos Estados Unidos
Mobilização de tropas para lutar na guerra anunciada por Putin em setembro provocou saída em massa do país
Internacional|Do R7

Dois cidadãos russos chegaram em uma embarcação em um praia do Alasca e pediram asilo aos Estados Unidos, informou o Departamento de Segurança Nacional americano nesta quinta-feira (6).
O barco atracou na Ilha de São Lourenço, no mar de Bering, próximo à costa russa, informaram os senadores do estado ártico, Lisa Murkowski e Dan Sullivan.
Segundo autoridades, ambos foram levados a Anchorage "para responderem de acordo com as leis de imigração americanas".
Os indivíduos "estão sob custódia federal", disse à AFP Jeff Turner, porta-voz do governador do Alaska, Mike Dunleavy. "Esta situação destaca a necessidade de uma postura de segurança mais forte no Ártico", acrescentou a republicana Murkowski em nota.
Em meados de setembro, o presidente russo, Vladimir Putin, ordenou uma mobilização parcial de 300 mil reservistas para reforçar a ofensiva na Ucrânia. O anúncio provocou uma avalanche de buscas por passagens aéreas para deixar o país.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, não descartou nesta quinta-feira se reunir com o mandatário russo durante a cúpula do G20, no próximo mês na Ásia.
Os EUA se posicionaram contra a invasão russa da Ucrânia, que começou há mais de seis meses, e são o principal fornecedor de armas ao exército de Kiev.
A última estátua pública de Lênin remanescente na Finlândia foi desmantelada nesta terça-feira (4), em uma cidade no sudeste do país. A Finlândia vem removendo monumentos relacionados aos soviéticos desde que a Rússia iniciou a invasão da Ucrânia, em f...
A última estátua pública de Lênin remanescente na Finlândia foi desmantelada nesta terça-feira (4), em uma cidade no sudeste do país. A Finlândia vem removendo monumentos relacionados aos soviéticos desde que a Rússia iniciou a invasão da Ucrânia, em fevereiro. Dezenas de pessoas, algumas com champanhe, participaram da retirada do monumento, na cidade de Kotka. Um homem se manifestou contra a medida, carregando uma bandeira soviética, observou um jornalista da AFP



















