Em meio a tensão nuclear, Coreia do Norte celebra aniversário de Kim Jong-il
Se estivesse vivo, o "querido líder" completaria 71 anos
Internacional|, com R7

A Coreia do Norte celebrou neste sábado (16), entre oferendas de flores e cantos de louvor, o aniversário póstumo de Kim Jong-il, com o país ainda envolto na repercussão de seu terceiro teste nuclear.
Hoje, apesar da tensão vivida desde a detonação atômica de terça-feira (12), o país se voltou para lembrar o "querido líder", Kim Jong-il, que completaria 71 anos.
Em cerimônia transmitida pela televisão, diante de um repleto auditório em Pyongyang, corais cantaram em memória do ex-líder.
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As canções, acompanhadas por acordeões (considerado o instrumento nacional norte-coreano), lembraram a trajetória do ditador, desde seu nascimento, em 1942, no simbólico Monte Paektu, até o dia de sua morte.
O dia 16 de fevereiro no país é o "Dia da Estrela Brilhante", nesta nação caracterizada pelo extremo culto à personalidade de seus líderes.
Nele, desde as primeiras horas, os norte-coreanos participaram de eventos comemorativos, muitos, desde a primeira hora da manhã, no monte Mansudae em Pyongyang.
Apesar das temperaturas abaixo de zero, civis e militares ofereceram flores tanto a Kim Jong-il, como a seu pai, o fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung, transformados em gigantescas estátuas de bronze.
Kim Jong-un, filho mais novo e sucessor do "querido líder", visitou com sua esposa o Palácio do Sol de Kumsusan, também na capital do país, onde jazem embalsamados os corpos de seus dois antecessores.
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