EUA pedem a cidadãos americanos que deixem a Rússia de imediato
Com a continuidade da guerra, tensões entre os países pode fazer com que americanos residentes na Rússia sejam presos de repente
Internacional|Do R7

Os Estados Unidos pediram novamente nesta segunda-feira (13) aos cidadãos americanos que deixem "de imediato" o território da Rússia, diante do risco de que sejam detidos.
A informação veio de um comunicado publicado hoje no site da embaixada americana em Moscou.
"Os cidadãos que residem ou viajaram para a Rússia devem partir de imediato. Sejam mais cautelosos, devido ao risco de detenções indevidas", diz o alerta emitido pela missão diplomática dos EUA na capital russa.
Ainda no comunicado, é recomendado que os americanos não viajem à Rússia "devido às consequências imprevisíveis da invasão em grande escala".
Além disso, a embaixada advertiu que, na Rússia, os cidadãos americanos podem ser detidos indevidamente e que tem "capacidade limitada" para oferecer assistência a eles, caso seja necessário.
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Esta é a segunda vez em quase cinco meses que a missão diplomática americana convoca os nacionais a abandonarem o território russo.
A primeira aconteceu em 28 de setembro do ano passado, uma semana depois da mobilização parcial ordenada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Na ocasião, a embaixada fez alerta de que a Rússia poderia se negar a reconhecer a cidadania americana de pessoas com dupla nacionalidade, impedir a elas acesso à assistência consular e convocá-los militarmente.
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O terremoto de magnitude 7,8 teve seu epicentro na Turquia, na cidade de Gaziantep, no sudeste do país, atravessou a fronteira, atingindo também com força a Síria. O país governado por Bashar al-Assad passa por uma guerra civil que dura onze anos e, por isso mesmo, já tem um elevado grau de destruição em suas cidades. O terremoto agravou ainda mais a situação desesperadora do povo sírio, que passa por momentos desoladores. Na foto acima, mulher caminha, neste sábado (11), com um forno e um botijão de gás em meio a busca por sobreviventes cinco dias após o desastre na cidade de Jindayris, na província de Alepo

























