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"Havia sangue por toda a parte", diz testemunha de tiroteio em boate gay

Polícia diz que há aproximadamente 20 mortos e 42 feridos em casa noturna de Orlando (EUA)

Internacional|Do R7

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Hansen (foto) ajudou a socorrer um rapaz após disparos
Hansen (foto) ajudou a socorrer um rapaz após disparos

Testemunha do ataque à boate gay Pulse, em Orlando (EUA), na madrugada deste domingo (12), Christopher Hansen disse à rede de TV NBC que chegou a pensar que os tiros eram alguma brincadeira. Cerca de 20 pessoas foram mortas e outras 42 ficaram feridas, segundo a polícia.

Ele contou que quando se deu conta de que se tratavam de tiros de verdade, abaixou-se imediatamente.


— Me joguei no chão e me arrastei até o banheiro para sair pela porta dos fundos. Me deparei com um homem que havia sido baleado nas costas. Tirei minha bandana e fiz uma compressa para estancar o sangramento, mas ele não parava de sangrar. Então coloquei os braços dele ao redor dos meus ombros e o ajudei a sair de lá.

Após os disparos cessarem, Hansen disse que ajudou a socorrer um rapaz e que “havia sangue por toda parte”.


Outra testemunha afirmou à imprensa que na hora dos disparos muitas pessoas fugiram para os banheiros da casa noturna. 

A polícia de Orlando e o FBI ainda apuram detalhes do ataque. Sabe-se que pelo menos um homem, morto dentro da boate, atirou contra o público usando um rifle e uma arma pequena. 


As dezenas de vítimas feridas foram levadas ao Orlando Regional Medical Center (Centro Médico Regional de Orlando). No começo da manhã, os corpos daqueles que morreram dentro da casa noturna permaneciam no local.

O ataque acontece um dia após a cantora Christina Grimmie ter sido morta em um encontro com fãs, também em Orlando. O assassino se matou em seguida. A polícia diz não ver, por enquanto, relação entre os casos. 

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