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Peritos holandeses não conseguem chegar a local da queda de avião da Malásia

Situação é muito perigosa devido a combates entre separatistas e forças ucranianas

Internacional|Do R7, com agências internacionais

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Rebeldes pró-Rússia guardam o local da queda do avião da Malaysia Airlines
Rebeldes pró-Rússia guardam o local da queda do avião da Malaysia Airlines

Peritos holandeses que tentam recuperar os restos das vítimas do avião da Malásia que caiu na Ucrânia não puderam novamente chegar ao local do desastre nesta quarta-feira (30) por causa dos combates entre separatistas pró-Rússia e forças ucranianas, disse o chefe da missão holandesa.

"Hoje o comboio com os peritos holandeses não vai viajar para o local da queda do MH-17. As condições são muito inseguras no local", disse Pieter Jaap Aalbersberg, o chefe da equipe holandesa, em um comunicado.


"Estamos de novo decepcionados porque estamos altamente motivados para realizar nossa missão. Como dissemos anteriormente, consideramos que os familiares têm o direito de recuperar seus entes queridos e seus pertences pessoais", acrescentou. 

Aalbersberg disse que era "frustrante" o fato dos investigadores não poderem chegar ao local do desastre e que se está se pendendo um "tempo valioso para recuperar os restos mortais das vítimas". 


"Não vamos nos dar por vencidos e pretendemos tentar nos próximos dias", afirmou no entanto o chefe de missão encarregada da repatriação dos cadáveres. 

Junto com os analistas da OSCE (Organização para Segurança e Cooperação na Europa), os investigadores tentarão chegar amanhã novamente no local onde o Boeing foi supostamente abatido por um míssil disparado de uma região controlado por rebeldes no leste da Ucrânia. 


"Infelizmente, a missão está se desenrolando com mais lentidão do que esperávamos, mas seguiremos trabalhando sem descanso para conseguir a repatriação de nossos entes queridos junto com seus pertences", acrescentou. 

O processo de identificação dos corpos está sendo feito na base militar de Hilversum, no norte da Holanda. 


Embora a maioria dos corpos tenha sido recolhida no local do desastre de 17 de julho, no qual morreram todos os 298 passageiros e tripulantes, a equipe quer recuperar restos de algumas vítimas e pertences de 195 cidadãos holandeses que estavam a bordo.

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