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Pregador que estuprou e matou a filha na Arábia é condenado a 800 chicotadas e 8 anos de prisão

A menina de cinco anos foi espancada e passou dez meses no hospital antes de morrer

Internacional|Do R7

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O pastor foi condenado pelo estupro e assassinato de sua filha, que passou dez meses hospitalizada antes de morrer
O pastor foi condenado pelo estupro e assassinato de sua filha, que passou dez meses hospitalizada antes de morrer

Um pregador saudita foi condenado a oito anos de prisão e a 800 chicotadas pelo estupro e assassinato de sua filha de cinco anos, um crime que horrorizou o reino, informou o advogado da mãe da vítima.

Fayhan al Gamdi deverá, além disso, pagar à ex-esposa e mãe da menina uma indenização de R$ 595 mil (um milhão de riales).


O advogaqdo da mãe da vítima, Turki al Rashid, informou que sua cliente havia pedido a pena de morte para o marido.

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"Estamos muito decepcionados. Deveriam tê-lo condenado à morte ou à prisão perpétua para servir como exemplo", declarou a militante de direitos humanos Aziza al Yusef.


Suad al Shamari, uma das fundadoras da rede liberal na Arábia Saudita, denunciou uma pena extremadamente leve, provavelmente porque o culpado é um religioso.

O governo adotou em agosto passado uma legislação contra a violência familiar, uma novidade neste país ultraconservador.

Fayhan al Gamdi espancou e torturou a filha porque estaria preocupado que ela não fosse mais virgem. Segundo o tabloide britânico Daily Mail, ele chegou a levá-la ao médico para fazer um exame que constataria sua virgindade.

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