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Reunião de chanceleres da Comunidade de Estados Latino-Americanos começa em Havana

Ministro argentino considerou um "fato histórico" a realização da cúpula em Cuba

Internacional|Do R7

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O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, inaugurou nesta segunda-feira a reunião de ministros de Relações Exteriores da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), após reuniões prévias em que o "consenso" prevaleceu.

Os ministros acertarão nesta segunda-feira a declaração final da 2ª Cúpula de líderes dos 33 países que integram a Celac. O evento acontecerá em Havana amanhã e quarta-feira, e as lutas contra a pobreza e a desigualdade são os temas principais.


Na abertura da sessão, o chanceler cubano destacou que há "excelentes condições para avançar de maneira frutífera" nos trabalhos que acontecem no centro de exposições Pabexpo, no exclusivo bairro de Cubanacan.

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Por sua vez, o titular das Relações Exteriores da Argentina, Héctor Timerman, considerou um "fato histórico" a realização da cúpula em Cuba, "o país que fez mais para unir" os países da América Latina e do Caribe, e confiou em que será desenvolvido um "diálogo frutífero".


Ele destacou que a Celac é o fórum "em que melhor se deu este diálogo para a integração" dos povos da América Latina e do Caribe para formar uma só região.

A Celac, criada no final de 2011 liderada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, que morreu em março do ano passado, é integrada por todos os países do continente americano, exceto os Estados Unidos e o Canadá.


A abertura da reunião ministerial aconteceu enquanto o presidente de Cuba, Raúl Castro, e a presidente Dilma Rousseff, inauguravam a primeira fase do terminal de contêineres do porto de Mariel, ao oeste de Havana.

O presidente uruguaio, José Mujica, chegou nesta manhã a Havana e se uniu aos demais dirigentes que chegaram no último sábado à ilha para participar da cúpula, entre eles a argentina Cristina Kirchner, o boliviano Evo Morales e o venezuelano Nicolás Maduro.

O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, chegou ontem à noite à capital cubana para participar na reunião de mecanismo de integração. Está prevista para hoje a chegada do titular da OEA (Organização dos Estados Americanos), José Miguel Insulza, convidado por Cuba.

Ele se tornará o primeiro titular do organismo a visitar a ilha em mais de meio século. Cuba esteve suspensa da entidade entre 1962 e 2009 por ter um regime comunista, mas Havana disse que não pedirá seu reingresso, já que considera à OEA um fórum obsoleto onde dominam os interesses dos Estados Unidos. 

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